Mais uma falcatrua de Haddad, o terrível ‘poste’ de Lula

O ex-candidato petista à Presidência da República, o tenebroso Fernando Haddad, tem mais um problema para a sua vasta ‘capivara’.

A falcatrua segundo o Ministério Público Federal teria sido feita em conluio com Guido Mantega.

Um decreto emitido por Haddad, quando prefeito, favoreceu um operador do ex-ministro.

O tal operador Victor Sandri foi o beneficiário de um decreto desapropriando uma área de seu interesse.

A empresa proprietária da área – Ajjuda Empreendimentos – entrou com ação contra o município de São Paulo e expôs um calhamaço de supostas ilegalidades cometidas pelo prefeito petista.

Segundo o site O Antagonista, que noticiou a pilantragem, “o então prefeito alegou interesse público na área pela ‘necessidade de implantação do Terminal Raposo Tavares'."

O problema é que Marta Suplicy, quando prefeita, também desapropriou um terreno com o mesmo objetivo e a apenas 1,5 km do local”.

“A questão, na verdade, é que o terreno da Ajjuda Empreendimentos fica às margens da avenida Raposo Tavares e, por isso, se tornou estratégico para acesso ao empreendimento Residencial Reserva Raposo – uma espécie de ‘cidade’ do Minha Casa Minha Vida.”
“O ‘Reserva Raposo’ foi concebido para abrigar nada menos que 26 mil unidades do Minha Casa Minha Vida. No prospecto do investimento, que correu o mercado financeiro, a expectativa de comercialização do empreendimento supera R$ 5 bilhões.”

“O empreendimento é do Grupo Rezek, do empresário José Ricardo Rezek, segundo maior doador da campanha de reeleição de Haddad em 2016. O fundo de investimento, por sua vez, foi estruturado pelo Banco Votorantim, cujo grupo também figura como doador da primeira campanha do petista.”

“Na ação movida contra a desapropriação, a defesa da proprietária do terreno faz ainda outra acusação grave. A gestão de Haddad teria acertado que os custos da desapropriação seriam cobertos pela Parque Raposo Empreendimentos Imobiliários, responsável pelo Residencial Reserva Raposo — ou seja, pela própria interessada.”

“A proposta de indenização e o recibo do valor de caução também foram arrolados no processo.”

“Para tornar a história ainda mais curiosa, José Ricardo Rezek se associou na empreitada a Victor Sandri. Os dois, inclusive, assinam juntos um “convênio” firmado com a Secretaria Municipal de Habitação de Haddad, ainda em 2014, para colocar de pé o empreendimento.”

“Na semana passada, Sandri virou réu ao lado do ex-ministro Guido Mantega na ação penal da Operação Bullish – que investiga os empréstimos do BNDES para o grupo JBS. Apontado como operador de Mantega, Sandri também está metido em outro negócio imobiliário denunciado por O Antagonista: a construção da sede da BB Mafre, seguradora do Banco do Brasil.”

A reportagem do site O Antagonista publica uma série de documentos que corroboram o fétido relato.

Fonte: O Antagonista

da Redação

Comentários