Jair Bolsonaro comenta e desvenda os motivos da falta de comida em Cuba

Não é novidade para ninguém que países socialistas/comunistas são sinônimos de miséria para a população e fartura para a cúpula que detém o poder.

Sob o jargão de que toda a população terá igualdade e que nenhum proletário "companheiro" será "oprimido" por seus patrões, o sonho socialista é vendido por aqueles mais sedentos por autoritarismo.

"Todos os porcos são iguais, mas alguns porcos são mais iguais do que os outros", já dizia a clássica frase do best-seller de George Orwell "A Revolução dos Bichos", uma sátira da antiga União Soviética comunista.

Financiada e apoiada por governos petistas, Cuba se beneficiou por anos, alimentando a crise para a sua população e enriquecendo ainda mais seus abastados líderes.

Com o advento do governo Bolsonaro, a mamata chegou a fim, o Brasil cancelou a parceria do famigerado programa Mais Médicos, deixando de enviar R$ 1 bilhão por ano à ditadura cubana.

A crise que passa Cuba, foi também influenciada, dentre outros motivos, por uma outra crise, a da ditadura venezuelana.

Nas redes sociais o presidente Jair Bolsonaro desvendou a situação:

"Desde o fim de 2018 a escassez de comida leva a longas filas e desespero em Cuba. A Venezuela, em crise, diminuiu sua oferta de petróleo, que era em parte revendido pela ditadura cubana e, após minha eleição, o Brasil deixou de enviar cerca de R$ 1 bilhão/ano via Mais Médicos
Concluo que sem o Foro de São Paulo, o país comunista já teria entrado em colapso há muito tempo.
'O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros'. Margaret Thatcher."

Lívia Martins

Articulista e repórter
livia@jornaldacidadeonline.com.br

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