O caso Neymar e a vítima que foge da polícia

A delegada do caso Neymar está incomodada com a "vítima" por ter assinado duas vezes as intimações para depor e não ter comparecido.

Segunda feira, às 14 horas, ela teve a chance de destruir Neymar apresentando suas provas, mas não compareceu.

Terça feira, às 18 horas, deram nova chance, mas também não compareceu.

Para uma mulher que disse em mensagens que deveria ter "matado o jogador" quando teve chances, ou, deveria contratar matadores do PCC para resolverem o assunto, parece estranho ter duas oportunidades de aniquilar a carreira "do seu estuprador" e preferir não comparecer.

Mas a delegada esticou o prazo até sexta feira, se não aparecer voluntariamente será condução coercitiva.

O primeiro advogado já abandonou o caso alegando que a "vítima" mudou a versão dos fatos que inicialmente era de agressão durante o sexo consensual, para estupro.

A segunda advogada já ameaçou abandonar a causa por ser de "alta complexidade".

A Justiça exige que a "vítima" explique:

- Por que ela não colocou no Boletim de Ocorrência que houve um segundo encontro no hotel?
- Por que uma semana antes de fazer o Boletim de Ocorrência ela procurou um médico especialista em estômago, alegando dores abdominais e disfunções alimentares e o médico deu o laudo nesses termos, mas estranhamente não mencionou no laudo os hematomas no corpo da paciente.
- Por que não apresentou na acusação de estupro o tal vídeo que o pai do jogador adiantou existir, onde no segundo encontro ele percebeu o celular estrategicamente filmando e a mulher alterada criando uma confusão para iniciar a cena de agressão.

Se o vídeo existir acaba desmentindo a própria vítima que alegou ter sido estuprada ainda na primeira noite no hotel.

Voluntariamente ou não, "a vítima" deverá esclarecer essa história em breve.

Raquel Brugnera

Pós Graduando em Comunicação Eleitoral, Estratégia e Marketing Político - Universidade Estácio de Sá - RJ.

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