O álibi da “inocência” de Adélio deve ser igual aos que têm os demais radicais da esquerda

Com um histórico político de militância partidária de esquerda para ninguém “botar defeito”, inclusive na condição de assíduo frequentador de gabinetes de parlamentares dessa linha ideológica - o que, por si só, já teria a força necessária para desmentir completamente o respectivo laudo psiquiátrico e a sentença prolatada com suporte nele - o autor da “facada” e da tentativa de homicídio contra o então candidato à Presidente da República, Jair Bolsonaro, Adélio Bispo, filmado por todos os ângulos, em Juiz de Fora, acabou sendo absolvido pelo Juiz da 3ª Vara Federal dessa Comarca, Bruno Salvino que - pasmem - considerou o réu “inimputável por transtorno mental”.

Não é possível “engolir” tanto esse “laudo”, quanto a sentença respectiva. E já seria tempo da Justiça deixar de curvar-se ante todo e qualquer “laudo pericial” que se lhe apresente. As evidências são mais fortes que os laudos. No caso de Adélio, aplica-se à plenitude a concepção de que muitas vezes “se fazer de louco” é a melhor saída para enganar a Justiça.

No mínimo, a malsinada sentença absolutória da Adélio pode ser considerada não só um deboche contra a organização da Justiça, mas também, e sobretudo, um deboche contra a própria sociedade, a sua capacidade de percepção dos acontecimentos e o seu próprio senso de justiça.

Considerando o precedente de Adélio Bispo, frente à agressividade sem limites de muitos políticos e militantes de esquerda, contra tudo e contra todos que não compactuam com as suas ideias e seus crimes, começo a ter convicção de que todos eles aprenderam que, em última instância, “se fazer de louco” pode ser a melhor defesa, e que, provavelmente, guardam algum documento psiquiátrico, assinado e sem data, atestando o próprio “transtorno mental”, para fins de, se for o caso, alegarem INIMPUTABILIDADE PENAL, no momento oportuno.

Então pelo que se observa seria a primeira vez na história da humanidade que a harmonia, o equilíbrio e a independência entre os três poderes, preconizado desde Montesquieu, estaria caminhando rumo ao fracasso, com dois Poderes, o Legislativo e o Judiciário, agindo em conluio para prejudicar a governabilidade do terceiro, o Poder Executivo.

Finalmente, a decisão do “juiz” de Juiz de Fora comprova definitivamente que a infiltração marxista na modalidade defendida por Antonio Gramsci, em todos os segmentos da sociedade, logrou êxito total também no Poder Judiciário do Brasil, não se limitando somente aos tribunais superiores de Brasília, como antes até poderia se imaginar.

A própria Primeira Instância foi “contaminada”.

O “caso” de Adélio deixou isso bem claro.

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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