Edi, a vítima da arruaça na "Greve Geral", mais uma morte na conta da esquerdalha

Não era ‘marielle’.

Edi Alves Guimarães não era deputada e nem vereadora.

Nem militante de partido algum.

E sequer tinha ‘Marielle’ em seu nome.

Edi, de 53 anos, acaba de morrer por ter inalado fumaça de pneus numa barricada colocada pelos ‘manifestantes’ da tal ‘greve geral’ convocada pelos irresponsáveis do PT.

O ônibus onde a mulher estava indo para o trabalho foi obrigado a parar na altura da Universidade Federal de Minas Gerais, Pampulha.

Os vagabundos protestavam contra a ‘reforma da previdência’, fachada inútil que procurava encobrir o real objetivo do vandalismo: soltar o homenzinho trancafiado em Curitiba, luladasilva.

A Edi que não era Marielle comunista morreu nesta segunda-feira (17), depois de ficar internada em estado gravíssimo.

A imprensalha alugada tocou no assunto de leve - se tocou.

A matilha de feministas, feminazis e afins da esquerda podre e cega se cala, covarde.

Como sempre - burros de carroça com viseira - só enxergam o que querem, podem ou são autorizados a ver.

E evidentemente vão se calar. Vão ignorar a morte de Edi.

Porque para a matilha existem vários pesos, várias medidas.

Pesos e medidas diferentes para a vida humana.

A vida da Marielle comunista valia mais que a vida da Edi trabalhadora?

A morte de Marielle virou um evento, ‘festejada’ até na Globo.

A morte de Edi não vale nada.

Não vale porque a culpa é deles.

Foi causada diretamente pelos vagabundos teleguiados dos comunistas insanos, verdadeiros criminosos.

Isso tem que acabar.

Protestos ou manifestações são direito dos cidadãos.

Quando se transformam em vandalismo, destruição de patrimônio e causam mortes, deixam de ser direito: são crimes.

No caso de Edi, a matilha de covardes da esquerda não late.

Apenas se cala, covarde e cega.

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

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