A conduta temerária e absurda de Dilma e Gleisi na Rússia

A ex-presidente Dilma Rousseff e sua amiga Gleisi Hoffmann, há poucos dias, silenciosamente, quase que ‘secretamente’, empreenderam uma viagem a Rússia.

Descobrimos a peripécia da dupla, graças a um site russo que divulgou extensa reportagem sobre a estada dessas duas senhoras em Moscou.

Vale dizer que Dilma foi defenestrada do cargo de Presidente da República, através do impeachment, por ter incorrido em crime. Sobre ela ainda pesam acusações que estão sendo devidamente apuradas pela Justiça. Tem grandes chances de ter o mesmo destino de seu antecessor.

Gleisi Hoffmann, por sua vez, não fica atrás. Não fosse o foro privilegiado, que goza em razão do mandato parlamentar, talvez não estivesse perambulando livremente mundo afora com o dinheiro público.

De acordo com o site russo que divulgou a estada das petistas naquele país, Dilma e Gleisi aparentemente trataram de assuntos como ‘representantes do Brasil’. Um absurdo que deve ser apurado e devidamente rechaçado pelo governo brasileiro

Vejamos o que diz a publicação russa. Separamos alguns trechos:

“Durante a reunião, foram discutidos assuntos de cooperação interestadual, interparlamentar e interpartidária ENTRE OS DOIS PAÍSES.”
“Notou-se que o Brasil continua sendo o parceiro russo mais importante tanto no continente latino-americano quanto no sistema de política externa em geral.”
“A delegação russa era composta por Dmitrii Novikov , Primeiro Vice-Presidente da Comissão de Assuntos Internacionais, e Maksim Shchablykin , membro da Duma do Estado, Coordenador do Grupo Parlamentar de Relações com o Parlamento do Brasil. A DELEGAÇÃO BRASILEIRA incluiu Gleisi Hoffmann, presidente do Partido dos Trabalhadores do Brasil, secretária-geral do Partido e secretária do Partido em Assuntos Internacionais.”

É absolutamente necessário que o governo brasileiro apure quais os assuntos Dilma e Gleisi trataram em Moscou.

Se a ex-presidente e a deputada falaram em nome do Brasil, como parece evidenciado, incorreram em prática criminosa.

Evidentemente, se a viagem foi efetuada de maneira sigilosa, há algo de podre no ar.

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