Injustiça, falta de respeito e irresponsabilidade no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul

A polícia e o Ministério Público trabalharam exaustivamente para avançar nas investigações da Operação Lama Asfáltica.
Conseguiram colher um verdadeiro arsenal de informações que incriminam inúmeros componentes de uma nefasta organização criminosa que há muito tempo vem dilapidando os cofres públicos de Mato Grosso do Sul. 
O objetivo do Ministério Público é muito claro. Pretende juntar provas com extrema contundência, de modo que consiga alcançar a todos os envolvidos, inclusive o chefe da organização, que todos já sabem que é.
Entretanto, parece que parte do Judiciário trabalha com o firme propósito de impedir este desfecho tão esperado pelos homens e mulheres de bem.
Requerimento do MP, estudado durante diversos dias pelo juiz de direito Carlos Alberto Garcete, foi convincente no sentido de que ele decretasse a prisão temporária do ex-deputado Edson Giroto e mais nove suspeitos de corrupção, todos eles enrolados até o pescoço, em função do farto material probante coletado, incluindo filmagens e gravações realizadas com autorização da Justiça.
Ordem dada e assinada pelo magistrado, uma operação extremamente organizada, sob forte sigilo, foi realizada. Todos foram presos e cada um encaminhado para uma delegacia diferente, de modo que não houvesse contato entre eles e assim, a operação fosse bem sucedida e as investigações avançassem.
No mesmo dia em que as prisões foram realizadas, o desembargador plantonista, Marcos José de Brito Rodrigues, saiu na madrugada de sua casa, provavelmente ainda de pijama, para determinar que o ex-deputado Edson Giroto fosse solto. 
No dia seguinte, o desembargador titular do caso, Dorival Moreira dos Santos, determinou que o meliante fosse novamente preso.
Assim, na sequência, diante do êxito do trabalho, em razão das revelações que vinham sendo feitas pelos suspeitos presos, o MP pediu a ampliação da prisão temporária por mais cinco dias e que fosse decretada a prisão de mais dois suspeitos.
O Juiz Garcete deferiu... O MP teria mais cinco dias para concluir o seu trabalho.
Eis que neste sábado (14), numa atitude de absoluta falta de respeito para com os demais colegas magistrados e, fundamentalmente, com a sociedade de Mato Grosso do Sul, o plantonista da vez, desembargador Claudionor Miguel Abss Duarte, mandou soltar todo mundo.
Um absurdo!
Quem ele quer proteger?
Lívia Martins
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da Redação

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