A militância LGBT esquerdista e a Síndrome de Estocolmo

Síndrome de Estocolmo: nome dado a um estado psicológico particular em que uma pessoa, submetida a um tempo prolongado de intimidação, passa a ter simpatia e até mesmo amor ou amizade perante o seu agressor.

A definição cai como uma luva para o estado de espírito atual da militância LGBT. A impressão que temos é que o chamado "orgulho LGBT" ficou em 2° plano, a prioridade do movimento é defender as políticas (e políticos) de esquerda.

Para confirmarmos essa afirmação, basta ver como a militância LGBT trata os gays que se definem como sendo de direita. Numa sociedade onde LGBTs tem os melhores empregos na mídia, ampla influência no meio cultural e político, além de terem todos os seus gostos atendidos pelos magnatas do capital, fica difícil encontrar um LGBT que sofra pelo seu estilo de vida, a mesma discriminação que um LGBT de direita sofre pela sua posição política.

Os LGBTs de direita nada mais são do que a parte do grupo que já entendeu que, sempre que uma variante do socialismo chegou ao poder, os homossexuais foram um dos primeiros a serem expurgados. Na ditadura Cubana sob Che Guevara ou na Rússia de hoje, os direitos dos LGBTs não são respeitados.

A esquerda que adora atacar o cristianismo (e incentiva os LGBTs a fazerem o mesmo) não conta que dos 11 países que punem com a morte as relações homossexuais, 11 são teocracias islâmicas ou sofrem influência destas. O cristianismo vira o vilão do mundo LGBT, enquanto o verdadeiro vilão vira um aliado no combate ao cristianismo.

Sabendo disso, não é surpresa ver a Parada LGBT de São Paulo, com um bloco pedindo a soltura de Lula, com o lema:

"A gente sabe o que é ser cotidianamente julgada e condenada só por ser quem somos."

Ainda que durante os governos petistas, de 2007 a 2012, os assassinatos de homossexuais tenham triplicado no Brasil, ainda que Lula seja um notório apoiador de ditaduras que matam gays por serem gays, ainda que Lula tenha várias declarações homofóbicas em seu currículo.

Isso mostra o incrível poder que a esquerda tem de se apropriar de movimentos e escravizá-los de tal maneira que os membros destes movimentos defendam, com um sorriso no rosto, quem os persegue e os mata.

Frederico Rodrigues

Analista Político e Membro da Direita Goiás.

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