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Escolta armada: símbolo de status da esquerda no poder. Quanto mais seguranças, melhor (Veja o Vídeo)

Deputada federal do PSOL , desarmamentista, pede escolta armada ao governador do Rio, por, segundo ela, ter sofrido “ameaças”.

Seu nome é Talíria Petrone e preenche o estereótipo do PSOL: é mulata, mas se diz negra, em defesa dos direitos da comunidade negra, além dos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) e moradores da periferia. Mais uma que acha que a vida dela é mais importante do que a do povo que é trucidado sem ter o direito à legítima defesa.

Por que não compra uns livros e umas flores e leva na bolsa para dar de presente no caso de uma eventualidade?

Mas ela prefere fazer um escarcéu típico da extrema esquerda contrariada porque o governador Witzel disse que o pedido de escolta deve ser feito na esfera federal e analisado pela PF, o que enfureceu a 'petezada', muito unida.

A deputada é a mesma do “ponto vivo”. Ela substituiu o ponto eletrônico, usado pela Dilma, pelo “ponto vivo”, repetindo, na frente de todos, a “cola” de um assessor em carne e osso.

Não é pegadinha humorística.

Também, você sabia que, segundo O Globo, dos “513 deputados eleitos na Câmara, só 27 dependeram dos próprios votos para se eleger”? O número representa 5,26% do total. Na chamada eleição proporcional, eleitos precisam atingir quociente eleitoral, calculado com base nos votos próprios e nos votos de toda a coligação.

Literalmente esse Congresso não nos representa.

(Texto de Lucia Sweet. Jornalista)

da Redação

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