Tudo o que estamos fazendo e o que está acontecendo no mundo, é música para investidores estrangeiros (Veja o Vídeo)

O Brasil já deu certo no governo Bolsonaro.

No cenário interno as reformas começam a ser materializadas.

A lei da liberdade econômica; a diminuição do Estado com a extinção de 21 mil cargos em comissão; a privatização de equipamentos e empresas públicas; a reforma da previdência em valores acima da expectativa do mercado; a lei de combate a corrupção; a inflação controlada.

Todas essas medidas, feitas em somente seis meses de gestão, começam a ser sentidas, com a retomada - ainda lenta - da atividade econômica. Mas, já pode ser percebida na queda do dólar e nos índices históricos de altas da Bolsa de Valores.

No radar do mercado, ainda estão novas medidas imediatas, que terão grande impacto, como a reforma tributária (que deve acontecer no segundo semestre/19) e a liberação das contas ativas do FGTS.

O potencial de crescimento interno da economia é quase uma unanimidade na opinião dos analistas econômicos.

No mais, temos a equipe econômica mais liberal das últimas décadas, conduzindo com clareza e firmeza os destinos do país.

No campo externo, tivemos o realinhamento da nossa política internacional, que deixou de seguir o viés eminentemente ideológico para buscar um inteligente aproveitamento dos nossos potenciais comerciais, com a reaproximação com os EUA e com Israel.

Essa guinada foi fundamental para a formação do acordo econômico MERCOSUL - UE.

Novos movimentos internacionais nos aproximarão com o Oriente Médio (Emirados Árabes) e com os países da Ásia (notadamente grande China e Japão) e Euro-Ásia (Rússia).

Os reflexos terão eficiência e eficácia no curto, médio e longo prazos.

Estamos saindo da pior recessão da nossa história, com taxas de desemprego assustadora. Entretanto, estamos de volta ao jogo internacional, onde está ocorrendo uma flexibilização da política monetária dos Bancos Centrais (EUA, Japão e Europa), o que deve acarretar um viés de baixa nos juros, que devem repercutir na nossa estrutura econômica.

Tudo o que estamos fazendo e o que está acontecendo no mundo, é música para investidores estrangeiros.

Por isso, é razoável supor que teremos um segundo semestre muito diferente do primeiro e uma perspectiva real de um ano de 2020 com a volta dos investimentos estrangeiros em Bolsa brasileira e mesmo de forma direta.

Por fim, as medidas do governo precisam seguir sendo de coragem. E uma delas, em especial, embora cause polêmica, colocará o Brasil no epicentro da economia mundial. É a possibilidade do impacto positivo da nomeação de Eduardo Bolsonaro como Embaixador do Brasil nos EUA.

Ainda que isso possa causar algum desgaste político interno imediato ao Presidente, no médio prazo poderemos colher muitos frutos.

O primeiro deles, talvez aconteça mais rápido do que se espera, que é a queda da exigência de visto para os Brasileiros que viajam para os EUA. Pode não ser muito relevante para a economia, mas será um nítido sinal de que entramos no radar dos americanos e que passamos a ser vistos por eles como um parceiro comercial sério e com o comando geopolítico da América Latina.

Se tudo der errado, vai dar tudo certo!

Ouça a entrevista que concedi ao Jornalista Paulo Cesar Da Silva da Rádio Nereu Ramos:

Luiz Carlos Nemetz

Advogado.Vice-presidente e Chefe da Unidade de Representação em Santa Catarina na empresa Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e Turismo e Sócio na empresa Nemetz & Kuhnen Advocacia.
@LCNemetz

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