Bolsonaro, a guerra cultural e a nota de repúdio da Rede Globo

Durante mais de 35 anos, a esquerda e extrema-esquerda brasileira teve a HEGEMONIA no jornalismo, na academia e na cultura. Ela saiu da derrota da luta armada direto para a vitória incontestável (por W.O.) no setor.

Pois só dos últimos dias para cá, temos:

1) Esquerda reclamando porque Bolsonaro está “interferindo” nas universidades federais e substituindo reitores.

2) Rede Globo lendo “nota de repúdio” em favor de Míriam Leitão, declarando que o presidente errou ao dizer que ela participou da luta armada, esclarecendo que na verdade ela era ativista do Partido Comunista e que não desejava integrar a luta armada, mas apenas participava da publicidade do grupo terrorista ao qual era vinculada*.

3) Jornalistas estrangeiros escutando do Presidente da República a afirmação de que o PT desejava regulamantar a mídia, e que, da parte dele, Jair Bolsonaro, o povo sempre terá a liberdade para se pronunciar como quiser, mesmo que seja para criticá-lo, ou para denunciar, pelas redes sociais, as mentiras que a imprensa publica.

4) ANCINE reclamando porque a partir de agora o Governo será criterioso com o uso do dinheiro do povo, na hora de selecionar os projetos cinematográficos a serem financiados pelo Estado.

5) Mídia “mainstream” falando sobre “perseguição“ do Governo Federal, apenas porque está sendo desmascarada nas narrativas que criou, e que foi repetida, incessantemente, durante anos a fio.

Pela primeira vez em todos esses anos, entramos em campo de fato para lutar a Guerra Cultural. E com as batalhas que já vencemos, não existe mais a HEGEMONIA da Esquerda.

O caminho é longo ainda, mas agora existe um adversário para o nosso oponente - e ele já está sentindo o baque, ja está acusando a porrada.

Nota sobre a Míriam Leitão: como se alguém que apenas embalasse o saquinho de cocaína para o traficante vender não fosse também traficante, ou que apenas dirigisse o carro para a dupla que roubasse o banco também não fosse assaltante.

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