Essa gente não se conforma porque a roubalheira era geral e irrestrita

O esporte predileto e sedentário dos perdedores inconformados agora é bater no Presidente Bolsonaro.

Além da esquerda heavy (pesada) que vota no PT, PSOL, PCdoB — membros da seita dos lulas, freixos, molons, jandiras, beneditas, kokays, gleisis, rosários, wyllys — existem também os órfãos de certas personalidades derrotadas, como ciro gomes, marina, alkmin, joão amoedo etc. Essa gente diz que votou no Presidente eleito contra o PT, mas é mentira. Ou anulou o voto ou não votou.

Por que digo isso? Porque nunca vi tanto ódio de uma minoria contra a vontade da maioria. Essa gente não se conforma porque a roubalheira era geral e irrestrita. Nunca tanta gente ganhou tanto só porque apoiava uma ideologia.

Os “artistas”, “intelectuais”, “cineastas”, “jornalistas”, “filósofos”, “sociólogos”, “publicitários”, “marqueteiros”, “ONGueiros”, etc. vão ter de trabalhar para viver. Todos mamadores de dinheiro público. Que horror, não?

Vão morrer se tiverem de trabalhar. Ou, como disse um aspirante a diretor de cinema, o cinema brasileiro “vai acabar”. No mundo inteiro show é business. Mas aqui, não. Li que até as tournés em transatlânticos do Roberto Carlos eram pagas com Lei Rouanet. Que tal? Dinheiro de impostos extorquidos do povo.

O Presidente nunca falou que era a favor de censurar filmes como “Bruna, a surfistinha”. Apenas disse que esse tipo de filme não era para ser pago com dinheiro público. Concordo inteiramente. Há uma gritante diferença, que querem extinguir, entre Cultura e entretenimento. Hoje em dia se um artista corta o próprio cabelo isso é considerado “manifestação artística”.

O cineasta brasileiro faz um filme e não corre risco algum. Mesmo que ninguém assista à sua obra prima, o dele está garantido. E vive na maior opulência. A bilheteria, se entrar, é lucro.

Na era petista, até 2013 já tinham sumido no buraco negro da falta de prestação de contas de “leis rouanets” alguns BILHÕES. Em 20 anos, só entre 1992 e 2011, foram aprovados 34.521 projetos, cujos valores de captação somaram R$ 11,7 BILHÕES.

Até 2012, o então MinC ignorava o destino de R$ 3,8 bi da Lei Rouanet, segundo a Gazeta do Povo.

Inclusive, para facilitar a vida da classe “artística” que em contrapartida defende ferrenhamente até hoje o “ lula livre “, no governo da estocadora de vento duas portarias foram feitas, segundo a Folha, em matéria de 2016 — antes de ser comprada pelo BTG Pactual, que tem como sócio e presidente André Esteves, o “banqueiro do lula”, segundo o Palocci.

“Na portaria de 2014, instituiu-se que, para facilitar o trabalho, projetos com captação até R$ 350 mil estavam dispensados de análise financeira, desde que não existisse indício de aplicação irregular de verbas por parte dos proponentes, demanda do controle externo ou interno, ou denúncia junto ao MinC.
Em 2016, a nova portaria ampliou o limite da dispensa para R$ 600 mil, além de instituir análise simplificada de prestações de contas de projetos com captação entre R$ 600 mil e R$ 2 milhões.”

Ou seja, em vez de exigir prestação de contas, extinguiram a necessidade de prestação de contas. Isso depois do TCU constatar várias falhas no passivo dos projetos culturais, entre elas volume de aprovação de projetos incompatível com a capacidade do ministério e alto estoque de processos sem análise conclusiva”. Contas de milhares de projetos — sim, milhares! — seguem em análise , sem conclusão alguma até hoje. Fora os projetos que foram “arquivados”.

Os dados do MinC sobre a Lei Rouanet, a partir das denúncias de 2013, praticamente sumiram. No Google não se acha uma informação recente. A última que encontrei refere-se a 2015. Novamente segundo matéria da Folha, “em sua origem, a ideia era que a Lei Rouanet pudesse atrair patrocínio sem renúncia fiscal. Em 2015, foi captado o valor de R$ 1,18 bilhão, do qual R$ 1,13 bilhão (95,61%) se refere a renúncia fiscal —apenas R$ 52 milhões vieram de apoio privado".

Dá para entender a gritaria desses apaniguados do dinheiro público que jorrava para a esquerda caviar. Os ataques ao governo do Presidente Bolsonaro não são gratuitos. Há bilhões da fonte que secou por trás deles que provoca tamanho desespero. Imagine que o Presidente Bolsonaro impôs limite à captação de recursos. O teto agora é de R$ 1 milhão e terão de prestar contas. Ah, museus serão poupado. Boa.

(Texto de Lucia Sweet. Jornalista)

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