Três “amigos” de Verdevaldo ou “diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és”

Glenn greenwald, que só por curiosidade, começou a vida sendo derrotado nos Estados Unidos em duas tentativas de entrar para a política como vereador, era parceiro e braço legal de Peter Hass, da indústria pornográfica. Eles produziam e comercializavam vídeos pornôs gays.

Segundo Sara Winters escreveu no Twitter, Peter Haas “afirma que rompeu a parceria após exigir que o conteúdo fosse reformulado, já que estava ‘indo longe demais’ e que ‘o conteúdo dos vídeos era inaceitável’”.

Será que o Conselho Tutelar sabia disso quando autorizou glenn greenwald e seu marido ou mulher (nunca sei como eles se identificam) a adotar dois meninos brasileiros?

Mas Verdevaldo não era apenas especializado em pornografia gay impublicável. O sujeito finge ser detentor de um Prêmio Pulitzer que nunca ganhou. E usou esse prêmio fake no Brasil para fingir que tinha credibilidade como jornalista, o que também nunca teve.

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Veja o que diz essa matéria do The Daily Banter sobre o segundo de seus amiguinhos que resolvi citar, desta feita um hacker americano: Veja Aqui

Traduzi alguns excertos da matéria:

“Em 2010, um ‘white hat’ hacker, (gíria para designar um especialista em segurança de computadores) chamado Andrew Auernheimer, conhecido como ‘Weev’, explorou uma lacuna de segurança no iPad da Apple e adquiriu os nomes de 114 mil clientes da AT & T que assinaram o serviço de dados 3G do iPad. Após uma investigação, Weev, que havia ‘roubado’ (suas palavras) dados de usuários, foi processado ​​e condenado. Para seu crédito, Weev informou a AT & T da falha de segurança e a empresa rapidamente resolveu a falha. Mas a condenação de Weev foi anulada porque ele foi julgado no estado errado (New Jersey). Ele foi posteriormente libertado do Complexo Correcional Federal de Allenwood, na Pensilvânia, em 11 de abril de 2014. A acusação permanece, mas a condenação não existe mais.

Durante seu tempo na prisão, Weev aparentemente se tornou um neonazista, completo com uma tatuagem. Não há dúvidas que ele odeia judeus, afro-americanos e qualquer pessoa que ele não considera “branco”.

Ah, e além de sua conversão à causa neonazista, bem como seu aparentemente onipresente discurso de ódio on-line, Weev participou de uma festa em Nova York logo após sair da prisão. A festa foi realizada por ninguém menos que Glenn Greenwald e Laura Poitras para coincidir com a cerimônia em que a dupla recebeu o Prêmio Polk por suas reportagens sobre Edward Snowden e a Agência Nacional de Segurança.

A menos que ele tenha caído por descuido na festa, ele era obviamente um convidado. Mas, vamos supor que Greenwald não sabia que Weev foi convidado. Muito antes da festa, Greenwald já havia defendido Weev no The Guardian em março de 2013, meses antes de o autor/repórter ter se tornado “aclamado internacionalmente“. De fato, Greenwald nomeou Weev como um "hacktivista" que estava sendo injustamente perseguido pelas autoridades norte-americanas.

Por um momento, vamos deixar de lado toda a coisa neonazista. Também não vamos re-litigar o passado em que Greenwald, durante seus dias de advocacia, defendeu um neo-nazista completamente diferente. O fato de que Greenwald continua a obscurecer a linha entre hacking e ativismo é totalmente desconcertante. A maneira pela qual ele racionalizou as ações de Weev é uma ilustração grosseira do giro gratuito e da excessiva simplificação.

Metaforicamente falando, Greenwald essencialmente defendeu a entrada justificável na casa de alguém, desde que os proprietários deixassem acidentalmente a porta da frente aberta. Afinal, um aspirante a ladrão não precisa quebrar uma janela ou uma fechadura, ele poderia entrar pela porta da frente e roubar um monte de coisas que não eram dele, certo? Além de tudo, como você consegue ver "ativismo" nesse episódio? Weev se infiltrou digitalmente no sistema da AT & T e roubou mais de cem mil contas privadas de usuários. Como isso não é um crime digno de punição? A fonte da NSA de Greenwald, Snowden, não disse que somos uma "nação de leis, não de homens?" E, pior ainda, isso não é uma enorme invasão de privacidade?

Ainda mais desconcertante é a idéia de que hackers como Weev são tratados como mártires da liberdade de expressão, mas os apresentadores de televisão como Bill Maher e Sam Harris são criticados por Greenwald e sua publicação, The Intercept, como racistas e fanáticos simplesmente por citarem evidências empíricas críticas. Islam - muito, muito longe do nazismo sem remorso de Weev.

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Por último, recomendo a leitura deste artigo publicado pela Agência Caneta, que explica melhor do que eu poderia, seu envolvimento com o terceiro “amigo”:

“Se hoje o americano Glenn Greenwald ganha a vida divulgando supostas mensagens obtidas de forma ilegal por uma fonte ‘anônima’ (ou nem tão anônima assim), o passado do ‘jornalista’ como advogado nos EUA é bem diferente: Glenn se empenhou por cinco anos defendendo, de graça, o líder neonazista Matthew “Matt” Hale.

Hale ingressou em 1992 na ‘Igreja do Criador’, um grupo neonazista que defendia a necessidade de uma ‘guerra santa racial’ para que houvesse um ‘mundo branco’ sem judeus, asiáticos e negros. Após o fundador do grupo cometer suicídio, Hale criou uma nova ‘igreja’, a ‘Igreja Mundial do Criador’, e foi apontado pelos conselheiros do grupo como ‘pontífice máximo’ em 1996.

No dia 30 de junho de 1999, o comitê de avaliação da Associação de Advogados de Illinois recusou o pedido de Hale para advogar no estado por falta de ‘caráter moral’. Dois dias depois, um dos membros da ‘Igreja Mundial do Criador’ e testemunha pró-Hale no comitê, Benjamin Smith, começou uma série de atentados que durou três dias. Primeiro, atirou e feriu nove judeus ortodoxos que saíam de uma sinagoga em Chicago. Depois matou um negro em Illinois – na frente de dois filho dele – e um estudante universitário coreano que estava a caminho de uma igreja metodista em Indiana. Outras nove pessoas foram feriadas no dia 04 de julho até que os atentados terminaram quando Smith foi perseguido pela polícia de Illinois e se matou.

Três sobreviventes dos atentados entraram com ações judiciais contra Hale, o ‘pontífice máximo’ do grupo neonazista. Em uma ação federal, um pastor atingido com três tiros durante um dos atentados afirmou que Hale enconrajou e conspirou para cometer atos de violência genocida em nome de uma ‘guerra santa racial’ contra negros, judeus, asiáticos e outros grupos étnicos”.

Já numa ação estadual em Chicago, dois judeus ortodoxos que também foram vítimas dos atentados alegaram que Hale ordenou que Smith atacasse grupos minoritários. Na ocasião, o então advogado do líder neonazista, Glenn Greenwald, afirmou: “Eu acho que essas pessoas por trás dessas ações judiciais são tão odiosas e repugnantes , que isso me motiva”. Sim, Glenn criticou as vítimas dos atentados por entrarem com uma ação judicial contra o líder neonazista.

Detalhe: aquele que viria a se tornar um assassino em série, Benjamin Smith, afirmou , ao testemunhar a favor do pedido do advogado de Hale em Illinois, que ele foi guiado espiritualmente pelo líder neonazista defendido por Glenn. “Ele me guiou espiritualmente… Quando o encontrei pela primeira vez, eu não tinha certeza do que eu queria fazer com a minha vida, em que direção eu iria”. Após os atentados, amigos de Smith afirmaram à polícia que ele dizia que seria um ‘mártir’ da guerra santa racial.

No ano seguinte (2000), em declaração ao Los Angeles Times, Glenn voltou a defender a existência do grupo neonazista. Segundo ele, os grupos de direitos civis “afirmaram que têm como objetivo… falir esses grupos de ódio ao forçá-los a gastar recursos com ações judiciais para que não tenham dinheiro para qualquer outra coisa, o que eu acredito…. que é um abuso do sistema legal”.

O grupo neonazista só seria desmantelado no dia 8 de janeiro de 2003, quando Matt Hale foi preso por conspirar para matar a juíza Joan Lefkow por ter condenado a “igreja” a deixar de utilizar a marca “Igreja do Criador”, registrada anteriormente por um grupo religioso do Oregon. Um informante do FBI no grupo neonazista reuniu uma série de vídeos e áudios mostrando que Matt desejava que ele matasse a juíza. Matt foi considerado culpado em abril de 2004.

Enquanto Matt aguardava a sentença, em fevereiro de 2005 um homem entrou na casa da juíza Joan Lefkow e matou sua mãe e seu marido. Os assassinatos não tiveram relação com o caso Hale, mas foram comemorados pelos apoiadores do grupo neonazista.

Semanas depois, Hale foi condenado a 40 anos de prisão por tramar o assassinato da juíza. Durante o julgamento, além dos áudios e vídeos obtidos pelo informante do FBI, os jurados ouviram uma série de fitas de Hale usando xingamentos raciais, incluindo uma em que Hale fazia piadas sobre os atentados cometidos por Smith. Ainda assim, seu então advogado Glenn Greenwald afirmou ao New York Times que o líder neonazista foi ‘preso erroneamente’.

Pouco tempo após a condenação do líder neonazista, Glenn largou a advogacia e abriu um blog na Internet, iniciando sua carreira no ‘jornalismo’. Anos depois, em entrevista ao BuzzFeed, Glenn confirmou que atuou no caso Matt “pro bono” (gratuitamente) porque estava ‘interessado em defender os princípios políticos em que acreditava’, se referindo à Primeira Emenda à Constituição dos Estados Unidos (liberdade de expressão e religião).

Matt Hale ficará preso até 30 de dezembro de 2037.”

Lucia Sweet

Jornalista

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