Novo ataque da Folha sobre “mensagens de Moro”, não tem mensagens de Moro

Nesta segunda-feira (29), o jornal Folha de S.Paulo prossegue com os seus ataques a Operação Lava Jato e ao ministro Sérgio Moro.

A publicação é o que as afamadas agências de checagem costumam classificar como ‘Fake News’.

O título claramente induz o leitor ao erro.

É a estratégia do sensacionalismo e da desinformação. Uma notória ‘picaretagem’ jornalística.

Eis o título:

"Moro achava fraca delação de Palocci que divulgou às vésperas de eleição, sugerem mensagens"

Ora, qualquer um que leia, imagina que se tratam de mensagens do então juiz.

Não. Não existem mensagens de Moro. Nenhuma. Zero.

A matéria dá destaque a uma mensagem de um procurador com o seguinte conteúdo supostamente sobre a delação de Antonio Palocci:

“Russo comentou que embora seja difícil provar ele é o único que quebrou a omerta petista”.

Pois é, essa mensagem atribuída ao procurador Paulo Roberto Galvão, somada a outras de outros procuradores, mas sem a participação de Moro, levou a malfadada Folha de S.Paulo a seguinte conclusão:

“Considerações políticas influenciaram a decisão do então juiz Sergio Moro de divulgar parte da delação do ex-ministro Antonio Palocci a seis dias do primeiro turno da eleição presidencial do ano passado, sugerem mensagens trocadas na época por procuradores da Operação Lava Jato.
Os diálogos, obtidos pelo The Intercept Brasil e analisados pela Folha junto com o site, indicam que Moro tinha dúvidas sobre as provas apresentadas por Palocci, mas achava sua colaboração relevante mesmo assim por representar uma quebra dos vínculos que uniam os petistas desde o início das investigações.”

A Folha notadamente virou uma FALHA.

É a Falha de S.Paulo.

da Redação

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