Pecuarista José Carlos Bumlai é preso preventivamente em Brasília

A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (24) , em um hotel de Brasília, o pecuarista José Carlos Bumlai, na 21ª fase da operação Lava Jato. A prisão é preventiva.
Bumlai iria depor nesta terça na  CPI do BNDES, que investiga operações envolvendo o banco, por isso viajou a Brasília.
A Polícia Federal (PF) cumpre, desde a madrugada desta terça-feira, (24), a 21ª fase da Operação Lava Jato – batizada de Operação Passe Livre. 
Ao todo, foram expedidos 25 mandados judiciais, sendo um de prisão preventiva, além de 25 mandados de busca e apreensão e seis de condução coercitiva, quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento. A ação é realizada em São Paulo, Rio de Janeiro,  Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.
A preventiva não tem prazo determinado para vencer e o preso fica detido à disposição da Justiça. Os preso serão levados para a Superintendência da PF, em Curitiba.
Bumlai foi descrito pelo delator da Operação Lava Jato Fernando Soares, o Baiano, como uma espécie de lobista na Sete Brasil, empresa que administra o aluguel de sondas para a Petrobras no pré-sal. Em depoimento, Baiano disse que em 2011 era representante da empresa OSX, de Eike Batista, que tentava obter contratos na Sete Brasil.
Baiano, de acordo com o documento, procurou ajuda de Bumlai porque soube que ele tinha proximidade com o ex-ministro Antonio Palocci.
O pecuarista confirmou que levou o presidente da Sete Brasil a um encontro com Lula.
Bumlai também disse que recebeu um repasse de Baiano referente a um empréstimo. Ele também nega ter intermediado o pagamento de uma dívida do PT com o Banco Schahin.
Após a divulgação do caso, Lula afirmou que nunca atuou como intermediário de empresas nem autorizou lobby em seu nome.


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da Redação

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