A mídia, maior inimiga do Brasil: a demonização de Richard Rasmussen, após uma foto com Bolsonaro (Veja o Vídeo)

A demonização que a mídia fez com Richard Rasmussen, depois de ele ter tirado uma foto ao lado de Jair Bolsonaro e haver aceitado o título de "Embaixador do Turismo", que é honorífico, sem qualquer remuneração (apenas pensando patrioticamente no bem do país), foi um crime.

Não é por outra razão que, sem medo de chamar as coisas pelo nome real, eu venho dizendo que a imprensa brasileira (ou melhor: grande parte dela) é criminosa. Ela já se afastou há muito do dever de informar, transformando-se apenas e tão-somente em uma ferramenta de ativismo político de esquerda; mas agora ela entra, perigosamente, no terreno da prática de crimes (de receptação, como no caso das "reportagens" de Glenn Greenwald, que muita gente graúda na mídia deu credibilidade e publicou; e de crimes contra a honra, como a calúnia, injúria ou difamação, quando acusa um cidadão privado de ter cometido algum ato criminoso ou ilegal/imoral, apenas para assassinar a sua reputação).

Se estivesse sendo gravado algum documentário a respeito da mudança ocorrida no Brasil, com a eleição de Jair Bolsonaro no ano passado e, consequentemente, a saída da extrema-esquerda petista do Poder, esse vídeo que o Richard Rasmussen gravou teria que, obrigatoriamente, nele figurar.

Prestem muita atenção ao que é dito nele. Sei que é longo; tem mais de 30 minutos. Mas é imperdível.

Apesar da especificidade do assunto (meio-ambiente), ele aborda um fenômeno que retrata, exata e precisamente, o que nós, os apoiadores do Bolsonaro (seja da militância aguerrida, que continua mobilizada, tal qual uma legião romana, pronta para qualquer necessidade, ou seja da mais tímida e retraída, que apenas reconhece as virtudes do Governo, pela pauta econômica e conservadora, e torce pelo sucesso no combate à influência da dominação esquerdista e "despetização" do país), sofremos e passamos, diariamente.

A mídia, hoje, é a maior inimiga do Brasil. #ImprensaCriminosa

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