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Em novo ataque, Veja acusa avó de Michelle de tráfico de drogas

A primeira tentativa da Revista Veja de atingir o presidente Jair Bolsonaro, utilizando para tanto a primeira-dama, ocorreu em abril, quando uma reportagem tosca e sem qualquer nexo, acusou Michelle de ter abandonado a avó, cardíaca e com mal de Parkisson.

Não deu certo. A primeira-dama prosseguiu sendo admirada por suas atitudes e gestos.

Pois bem, a mesma revista volta a carga nesta sexta-feira (16) e desta feita as acusações são bem mais sérias.

Diz a pobre revista:

“Dona Aparecida, a avó, nem sempre foi a pessoa de saúde frágil e indefesa que hoje cobra um pouco de atenção da neta. Antes de se aposentar, ela tentou ganhar a vida traficando drogas. VEJA localizou nos arquivos da 1ª Vara de Entorpecentes e Contravenções Penais do Distrito Federal o processo que detalha o dia em que Maria Aparecida Firmo Ferreira, então com 55 anos, foi presa em flagrante. Em 1997, a avó da primeira-­dama era conhecida nas ruas como “Tia” e, segundo a polícia, sua principal atividade era vender drogas no centro de Brasília. Em julho daquele ano, ela foi surpreendida com 169 “cabecinhas de merla”, um subproduto da cocaína. No auto de prisão, ao qual VEJA teve acesso, os policiais contaram ter recebido uma denúncia anônima de tráfico numa região que fica a apenas 3 quilômetros do Palácio do Planalto. Ao chegarem ao local indicado, eles encontraram Aparecida. Dentro de uma sacola que ela carregava, além da “merla”, estavam dois relógios e dezesseis vales-transporte. Na delegacia, ela confessou o crime.”

Sem entrar no mérito se tal notícia é falsa ou verdadeira, uma coisa parece bem clara. Estão escarafunchando a vida de Michelle, de Jair e de toda a família do presidente.

São vis e sem nenhum escrúpulo.

O que o passado longínquo de dona Aparecida tem a ver com o atual momento de reconstrução do país?

Qual a culpa de Michelle por eventuais erros cometidos no passado por seus parentes?

É lamentável esse tipo de jornalismo.

da Redação

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