Se o governador fosse Freixo, o desfecho do sequestro teria sido uma verdadeira tragédia

Imaginem o deputado federal Marcelo Freixo governando o estado do Rio de Janeiro, como parece ser a sua disposição para 2022.

Nesse episódio ocorrido nesta terça-feira (20), na ponte Rio-Niterói, quando um criminoso sequestrou um ônibus com 37 passageiros, certamente o desfecho teria sido bem diferente.

Jamais seria dada a ordem para que o sequestrador fosse neutralizado.

As negociações certamente se arrastariam por longas e longas horas. Tentariam chamar algum parente do sujeito para ajudar nas negociações e ficaríamos no aguardo de que ele se entregasse, motivado por algum relampejo de bom senso.

O estado de agonia e estressamento iria preponderar sobre todos, a polícia, os reféns e, principalmente, o bandido.

Fatalmente, direcionado por vozes do além - que ele próprio teria dito ouvir - em determinado momento o sequestrador fatalmente investiria contra os seus próprios reféns, uma maneira de demonstrar ‘superioridade’ ou mesmo por uma estranha motivação de ‘cair lutando’.

E hoje fatalmente o país estaria, de fato, vivenciando uma grande tragédia, com inúmeras vítimas inocentes, muito pânico e horror.

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