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Histeria coletiva e efeito manada

Quando a emoção vem à frente da razão, boa coisa não vem atrás! Agir no calor da emoção diante de fatos graves e sérios, leva as pessoas a agirem acompanhando a maioria de mesmo pensamento e, numa demonstração de histeria coletiva, terminam agindo como animais irracionais e estouram num efeito manada.

O que vimos durante os últimos dias, no que tange às queimadas ocorridas na região amazônica, aí incluídos países vizinhos como Colômbia, Peru e a pequena Guiana Francesa, foi exatamente isso. Apoiados em fotos e fatos antigos, números distorcidos e no afã de encontrar algo para tirar a atenção do mundo para os coletes amarelos que há tempo infernizam a sua vida e que legaram-lhe uma baixa popularidade por lá, o bem maquiado Presidente francês, Mané Macron, encabeçou uma histeria coletiva e trouxe a reboque colegas do bloco europeu e toda imprensa esquerdista de lá e daqui.

Ora, como marido de um exemplar em extinção do feioso mico leão dourado, não nos admira esse repentino gosto pela ecologia do baixinho francês. A esquerdopatia nacional, por sua vez, encontrou nesse episódio uma oportunidade excelente para, em conluio com a extrema imprensa, criar uma nova crise e infernizar o nosso Presidente, que já fez mais que todos os que o antecederam, já que a crise do Verdewaldo esfriou. Até uma inversão térmica em São Paulo, comum nessa época do ano, foi atribuída à fumaça de queimadas na Amazônia. Caramba, que fumacinha inteligente, passou por vários estados e grandes cidades, enfrentou chuvas e ventos fortes, e foi desabar exatamente em São Paulo!

Essa questão, como todos já sabem, tem apenas o objetivo de impedir o crescimento de nossas exportações, dificultar o acordo UE/Mercosul e o olho grande nas riquezas inexploradas da Amazônia brasileira.

Ameaça de corte de recursos oriundos de países ricos, não por coincidência, exploradores de minérios naquela região, foi mostrada pela extrema imprensa local como o fim da nossa floresta. O deserto se instalaria por lá muito proximamente.

O candidato a pai de micos dourados em cativeiro francês convocou reunião de emergência dos únicos sete países mais ricos que o nosso. Pronto, a preparação do golpe iniciar-se-ia em território francês. Mas eis que o tiro saiu pela culatra do empoado francesinho nervoso e de baixa popularidade. De volta à razão, os seus pares ricos viram a merda que estavam fazendo e o tiro pela culatra transformou-se no maior tiro no pé que o francesinho nunca poderia imaginar. Até grupo de WhattsApp financiado pela esquerdalha foi criado para estimular os incêndios, como mostrou o nosso Jornal da Cidade Online.

Portanto, superada mais essa crise, aguardemos a próxima a ser promovida pela esquerdopatia nacional, eterna aliada da extrema imprensa, ou dos esquerdopatas internacionais estimulados pelas mentiras que lhes são enviadas sobretudo pelos desesperados petistas.

(Texto de Paulo Marenga. Arquiteto e Urbanista)

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