Empresas parecem estar em dúvida entre fazer negócios com o Brasil ou lacrar

Indecisão ou lacração?

As tentativas vergonhosas das empresas em agradar os justiceiros sociais e mostrar que estão antenados com os mais recentes manuais de lacração já passou todos os limites.

Ontem, num festival de incompetência da mídia e do Centro de Indústria da Cortumes do Brasil (CICB), a mesma notícia foi desmentida duas vezes.

A questão aqui é, porque marcas como Vans, Timberland e Kipling disseram que continuariam a comprar o couro brasileiro e poucas horas depois disseram que não mais o fariam alegando preocupações com "dano ambiental causado pelo material"? Meus filhos, vocês estão comprando couro e estão preocupados com o meio-ambiente? Não sabem como o couro é produzido? Acham que é pego emprestado da vaca e devolvido depois de usado?

Quem mentiu nessa situação, a CICB ou a VF Corporation (dona das 3 marcas)?

De qualquer forma a justificativa dada para não comprar o couro brasileiro é esdrúxula. Parece mais uma tentativa de agradar um público lacrador anti-Bolsonaro, visto que em anos anteriores onde se registraram aumentos de até 70% nas queimadas, essas empresas não cogitaram tal medida.

Curiosamente essas marcas estão disponíveis no Brasil todo, lucrando com o dinheiro do mesmo povo que elas prejudicam.

Talvez um BOICOTE à VANS, TIMBERLAND e KIPLING, faça essas empresas refletirem se isto é uma boa idéia.

#BoicoteVans

#BoicoteKipling

#BoicoteTimberland

Frederico Rodrigues

Analista Político e Membro da Direita Goiás.

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