A resposta do médico para o presidiário

O médico-cirurgião Luiz Henrique Borsato trabalha na Santa Casa de Juiz de Fora.

Foi ele que no dia 6 de setembro de 2018 recebeu e operou o paciente Jair Messias Bolsonaro, então candidato a presidente da República, vítima de uma tentativa de homicídio cometida por um militante do PSOL.

Assim, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dissimulado e covarde, numa deprimente encenação, coloca em dúvida a ‘facada’ desferida contra Bolsonaro, alegando que não viu sangue, ataca também toda a equipe médica que trabalhou no caso.

Nesse sentido, didaticamente, questionado pela Folha de S.Paulo, Luiz Henrique Borsato deu a exata explicação para o meliante petista:

“Quando o objeto penetrou o abdômen, abriu uma ferida pequena, de mais ou menos 3 cm. Não era uma grande lesão circunferencial, mas retilínea. A musculatura se contraiu e bloqueou a hemorragia externa. Havia sangue, claro, mas no interior do abdômen.”

Ainda segundo o médico, o volume de sangue espalhado pelos órgãos pode ter chegado a dois litros.

da Redação

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