Qual a diferença entre a extrema-imprensa, o homem que invadiu o Congresso e Adélio Bispo? (Veja o Vídeo)

A mídia não deu muita atenção ao caso do homem que, na quinta passada (29), quebrou com uma barra de ferro os vidros da entrada do Congresso e declarou, em alto e bom som que sua intenção era matar Jair Bolsonaro e outros políticos.

O sujeito foi detido à força pela Polícia Legislativa com armas de choque, e preso.

Em um de seus videos no YouTube, o gajo mostra facas e afirma que quer ‘matar geral’, estendendo a ameaça a líderes evangélicos, católicos, Ciro Gomes, Marco Feliciano e até luladasilva, o presidiário.

Citar luladasilva, claro, é uma boa tática diversionista para no futuro alegar insanidade mental, como é o caso de Adélio, outro fanático por facas.

As facas e a morte de inimigos políticos, aliás, parecem ser uma estranha obsessão de extremistas, especialmente de esquerda.

Basta ver a reação dos esquerdinhas desejando a morte do ministro Ricardo Salles aos berros nas redes sociais recentemente.

Estranha democracia a deles, que funciona matando os inimigos a facadas.

Nada de besteiras como diálogo, entendimento, esses conceitos burgueses.

Basta uma faca amolada de ‘54 reais’, segundo o próprio ‘matador’ em um de seus vídeos, e o problema está resolvido.

O problema, no caso, é a existência de Bolsonaro.

No YouTube, Victor - o extremista em questão - diz o seguinte:

'Eu tô esperando achar a agenda do Bolsonaro pra matar ele.

(...)Bora ver se ele vai resistir a uma facada real’.

A comparação com o caso de Adélio Bispo, agora convenientemente considerado insano é inevitável.

E preocupante.

Bolsonaro que se cuide.

Felizmente para o país, esses extremistas parecem ainda não ter descoberto a pólvora, que foi inventada na China há muito, muito tempo.

Nada de novo para a esquerda que patina no atraso e nem sabe ainda do colapso do comunismo soviético em 1991.

Ou da falência do mesmo comunismo em Cuba, na Venezuela ou na Ucrânia, que hoje proíbe partidos comunistas no país.

Enfim, nas mãos de lunáticos qualquer objeto pode se transformar numa arma letal.

Basta observar os jornaleiros da imprensa marron que usam seus teclados para, todo santo dia, tentar destruir Bolsonaro.

Qual a diferença entre eles e o sujeito que invadiu o Congresso, ou Adélio?

Veja o vídeo:

Marco Angeli Full

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

Comentários