A Globo e o ódio da esquerda chique

O caso lamentável da publicação de uma ofensa grosseira publicada no portal G1 contra o menino Ivo Cezar Gonzaga, de 9 anos - que desfilou com Bolsonaro no dia 7 de setembro - não é uma exceção.

É uma regra.

Nesse caso, a reação virá: até Damares, ministra de Bolsonaro, indignada, promete processar a emissora pela publicação inacreditável de um de seus jornaleiros imbecis que destilam ódio indiscriminadamente, até contra crianças.

E é duplamente imbecil: uma pelo conteúdo do texto e outra por deixar o texto vazar no portal da emissora.

Mas essa é apenas uma expressão pontual do ódio da emissora ao presidente e ao país.

Quase que diariamente, seus jornaleiros expressam - de forma veemente e com uma boçalidade estonteante - o sonho alienado de ver o Brasil livre de Bolsonaro e do que ele representa.

Guga Chacra é um deles.

Direto de New York, ele e outros moleques propaganda da esquerda chique que não tem pudor algum em defender grupos pedófilos ou ditaduras como as de Castro ou Maduro expressam em seus textos divulgados alegremente pela emissora suas opiniões que parecem vir de uma cartilha comunista dos anos 1970.

Vivendo em New York, ganhando em dólares e pouco conhecendo do Brasil, o jornaleiro se dá ao direito, como ‘iluminado’ que se acha, de declarar a respeito do dia 7 de setembro que tem nojo das atitudes de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes e que o Brasil "perdeu a noção".

Nada de novo para um jornaleiro que em 2017, ao comentar sobre o desfile da Independência da Polônia, chamou os 60 mil participantes de nazistas, deixando claro seu ódio virulento às nações livres do mundo.

O cheiro de mofo das antigas ideias que esse e outros alienados expelem no espaço cedido por essas emissoras e veículos do mesmo naipe, como Veja e Folha de São Paulo, só não incomoda mesmo a quem não tem olfato. Ou vive no mesmo passado obscuro que eles defendem.

Pior que ele, talvez, sejam outros como Mario Sergio Conti, colunista da Folha e apresentador do programa Diálogos da Globo News.

Esse lamenta abertamente o fato de Bolsonaro ter saído vivo do atentado à faca.

Inacreditavelmente, em uma de suas matérias recentes na Folha, debaixo do título ‘Sol negro no céu da pátria’, ele escreve:

"Ao não matar Bolsonaro, diz Kunkel, esfaqueador provocou um desastre ecológico."

E prossegue num texto infectado por uma grosseria sem limites, defendendo o seu braziu melhor com Bolsonaro morto.

Esse tipo de ‘oposição’ grosseira na verdade nada tem de oposição a um governo.

Mas tem a ver com o desespero choroso de alienados que percebem que seus privilégios estão prestes a acabar.

Numa democracia, todos podem - até Guga e Ponti - falar o que quiserem.

Mas a sociedade, igualmente, tem o direito de processá-los pelo que falam.

E condenar os veículos economicamente, reduzindo sua audiência a um zero absoluto.

Quem, afinal, é o público que hoje concorda em chamar de imbecil um menino que feliz desfilou no carro de Bolsonaro comemorando o dia da pátria?

Esse público é o que paga para a Globo estar no ar.

E paga para veículos como a Folha lançarem suas edições.

Se entende aí seu desespero, como dinossauros que anteveem a extinção.

Porque esse público vai sumindo e, junto com esses arautos do atraso, está fatalmente condenado ao fim.

Afinal, já não estamos em 1970.

E por aqui, o PT e as esquerdas, chiques ou mortadelas agonizam.

Marco Angeli Full

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

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