Míriam Leitão, o revólver de Eduardo Bolsonaro e a hipocrisia da jornalista da Rede Globo

A fábrica de horrores dos jornalistas tendenciosos segue incansável. Estão sempre criando uma nova mentira e disfarçando-a de crise de governo, distorcem textos e realidades, trocam alhos por bugalhos, militam viajando na fofoca do achismo, e soltam para a apreciação do público, no claro intuito de assustar os incautos e desprovidos da informação saída direta da fonte.

Aproveitam da última centelha de confiança no jornalismo que o brasileiro ainda tem e soltam '‘pérolas’' cômicas de fazer inveja a qualquer palhaço.

A protagonista da vez, novamente é Míriam Leitão, jornalista da Globo e colunista dos canais de notícias políticas da emissora.

A dita cuja resolveu opinar no Twitter, sobre a visita do Deputado Federal Eduardo Bolsonaro ao seu pai, que se recupera da quarta cirurgia após um ano da facada que o vitimou em Juiz de Fora, MG.

Ao que parece, a mesma incomodou-se muito de ver o revólver do rapaz, que é policial federal licenciado, em seu coldre.

Mas na real, o que assustou de fato a jornalista foi ver o revólver, e ler um texto sobre democracia que o outro filho do presidente divulgou, levando-a numa viagem transcendental de tempos idos, onde a democracia que ela lutava, era baseada na libertinagem intelectual, essa mesma que eles tentam todos os dias maquiar de politicamente correto, para nos fazer acreditar que fundamentalmente, é a melhor solução para o pacifismo globalizado.

Eles só esquecem de avisar, que o preço disso tudo seria o nosso silêncio a toda e qualquer barbárie moral que isso implica.

Desculpe Míriam Leitão, o Brasil foi vacinado.

(Texto de Cleiton Andrade. Radialista na rádio Jornal de Canindé-CE. Relações Públicas e acadêmico em ciências políticas)

Comentários