A grande mídia brasileira não sofre perseguição, sofre de Transtorno Pós Bolsonaro

Toda vez que algum idiota fala que Bolsonaro persegue a imprensa, eu me pergunto em que mundo essa pessoa vive.

A imprensa nunca esteve tão livre, nunca esteve tão à vontade para atacar seus desafetos. Para escolher um lado e destruir a reputação de quem bem entender. Que fique registrado, não há problema em veículos de comunicação serem abertamente contra o governo, serem abertamente apegados aos ideais de esquerda.

O problema é fingir isenção. Fingir compromisso com a imparciaidade.

Todo dia são dadas evidências claras de que há forças ideológicas ditando as regras nas redações. Extrapolam todos os limites em nome da birra contra Bolsonaro. São os primeiros a bater e os primeiros a chorar que estão apanhando.

Essa imprensa falsa e covarde que esconde suas reais intenções fingindo ser imparcial, fingindo ser vítima de perseguição. É o retrato da ideologia de esquerda infiltrada nos jornalismos. Dizem sofrer do mesmo mal que praticam contra seus adversários. São ladrões que, quando perseguidos, dizem estar sendo assaltados.

A grande mídia brasileira não sofre perseguição, sofre de Transtorno Pós Bolsonaro, uma condição incapacitante onde a responsabilidade jornalística é substituída pela pirraça política. Pelo ódio ao povo, o verdadeiro povo. Não as elites que dizem falar em nome dele.

Não se engane, não há nada que Bolsonaro possa melhorar para agradá-los. Só ficarão satisfeitos quando conseguirem retirá-lo de lá. E a única forma de fazer isso é nos convencendo de que ele é como a mídia diz que é.

Este não é um simples ataque contra o presidente, é um ataque contra a vontade popular que votou pela mudança. A mudança que escolhemos, é o maior pesadelo da imprensa atual e de seus patrões na esquerda.

Frederico Rodrigues

Analista Político e Membro da Direita Goiás.

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