O Brasil que sonhamos – aquele do futuro – está sendo abortado

Vítima das hostes travestidas de revolucionárias

Vítima das hostes travestidas de revolucionárias que prometeram um país melhor, o Brasil expõe as suas entranhas podres e em processo de metástase

O Brasil está morrendo e quem está matando o Brasil é o seu governo. Um bando de aventureiros gananciosos, piratas da política, ilusionistas, ficcionistas e comunistas disfarçados de bons moços.

A cada dia um novo personagem é descoberto. A cada dia um novo velho golpe é desvendado. A cada dia o brasileiro entende um pouco mais porque continua pobre e os políticos continuam enriquecendo cada vez mais.

O Partido dos Trabalhadores nem sequer merece este nome. Deveria chamar-se Partido dos Aproveitadores, ou dos Achacadores, ou dos Mentirosos, ou dos Enganadores, ou dos Ladrões, ou dos Canalhas, ou dos Pulhas... Chamem do que quiserem, mas nunca acreditem que eles têm nos trabalhadores o objetivo de sua Alma Matter.

Não é possível que a sociedade brasileira ainda não tenha conseguido enxergar o bando de ladrões que se apossou do Brasil e assaltou os cofres nacionais em proveito próprio, deixando algumas migalhas para o povo em forma de bolsas e outros programas sociais que não se sustentam.

Abusaram da boa-fé do homem comum e, junto com outros políticos de outros partidos e mais alguns empresários oportunistas encheram as próprias burras enquanto puderam e agora jogam a conta da bandalheira no colo do verdadeiro trabalhador brasileiro, que é quem sustenta esse país e que não consegue sustentar a si próprio com dignidade.

Vivemos uma quadra de vergonha que deveria causar repulsa em todos os brasileiros e residentes desta nação.

Como podemos assistir passivamente as ações de um governo que não tem capacidade de governar nem mesmo quando está escancaradamente barganhando cargos e proteção pessoal mútua para se livrarem dos efeitos do mal que investiram contra o país.

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha – terceiro na linha sucessória para o mais alto cargo do poder – é flagrado escondendo dinheiro no exterior, provavelmente fruto de crimes que vem cometendo há anos; o presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, Renan Calheiros, é costumeiro alvo de investigações por desvio de conduta, para dizer o mínimo; a presidente da República, Dilma Rousseff, é apontada por quase oitenta por cento da população como uma péssima administradora, além de ter sido desmascarada inúmeras vezes pelas mentiras que conta e por sua flagrante ignobilidade. Uma pessoa inquestionavelmente despreparada para administrar uma nação. E ainda que não tenha sido envolvida diretamente nas causas dos grandes problemas que se transformaram em crimes – ou os viabilizaram – tem o seu nome repetido em delações premiadas que dão conta da sua parcela de provável culpa por omissão e, no mínimo, por decisões tomadas a partir de sua incompetência.

Tentando todos se salvarem do afogamento, em meio a um mar de lama e com uma só boia, trocam promessas futuras para se livrarem do presente que é, agora, fantasma do passado.

Homens tidos dignos, repentinamente são expostos pela descoberta de suas ignominias e ausência absoluta de valores.

Todo o esforço que fazem para desligarem-se, ou do passado bandido ou do escárnio presente, os torna ainda mais polutos. Já não se preocupam mais em esconder do povo os acertos para livrarem esse ou aquele das barras da Justiça, da Polícia Federal, da Interpol, das Justiças Estrangeiras, das Comissões Parlamentares de Inquérito, das Comissões de Ética e Decoro Parlamentar (ah, ah, ah!), e do julgamento do povo; parece piada, mas é o Brasil que temos, é o político que temos, é a desgraça que grassa solta nos bastidores e adiante deles, frente aos nossos olhos e ouvidos, às escancaras, sem vergonhas e sem medidas.

Lula, um vendedor profissional de ilusões enriqueceu a si e aos seus, e a mais alguns amigos, provavelmente. Tivesse alcançado esse status com honestidade moral e intelectual, nada nem ninguém deveria se opor, mas não é o que parece ter acontecido... O Filósofo dos cínicos, do descaro e da impudência, atributos desse infausto personagem, hão de ser expostos em meio às vísceras desse país que vai agonizando pelos malfeitos dessa gente miúda e inescrupulosa, sem qualquer virtude, moral ou ética, que leva para o abismo todo o povo brasileiro.

JM Almeida.

 

 

JM Almeida

João Maurino Sernaglia  Almeida Filho. Bacharel em Ciências Econômicas e Ciências Jurídicas. Professor liberal de Matemática Financeira Aplicada. Investigador da Filosofia. Investigador Criticista/Racionalista

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