O brasileiro lava a alma

Para desespero absoluto dos que acreditaram que o atentado covarde contra a vida de Jair Bolsonaro o impediria de governar o Brasil, o presidente fez nesta terça-feira (24) um discurso histórico em New York.

O discurso causou ‘surpresa’ pelo tom apenas na mídia apavorada.

Para a maioria consciente da sociedade, não houve surpresa.

Houve apenas a reafirmação de Jair Bolsonaro com os compromissos fundamentais assumidos perante o povo, quando eleito.

Expressões como ‘tom beligerante’ (na Band News) em comentários da imprensalha não faltaram.

Ao confirmar o empenho de seu governo em se relacionar com países como EUA, Israel, China, Canadá, Japão e países árabes, Bolsonaro resgata uma das qualidades fundamentais e característica do povo brasileiro: a convivência harmoniosa dentro do país entre todas as etnias.

Essa atitude vai de encontro a quase vinte anos de beligerância - que nesse caso se aplica - criada artificialmente pelos governos socialistas do PT.

Foi o conhecido 'nós contra eles' de lula, que visava isolar o país e alinhá-lo ao que há de pior no mundo: seus coleguinhas ditadores como Maduro ou Castro.

Citados por Bolsonaro em seu discurso, fica claro que, definitivamente, a distância entre o Brasil e as ilhas comunistas decadentes da América Latina se ampliaram enormemente.

O novo Brasil fecha suas portas ao comunismo.

O tom firme do presidente brasileiro em defesa da soberania e da preservação da Amazônia - e de todo o território nacional - surpreende naturalmente os globalistas interessados na exploração consentida das riquezas alheias, caso dos lenientes governos do PT.

O recado foi direto à governantes como Macron, que ainda sonhavam em conseguir uma gestão internacional e colonialista para a Amazônia.

O sonho acabou.

A governantes socialistas como Macron resta apenas cuidar da própria casa, que aliás não vai nada bem.

Devagar, o governo Bolsonaro vai tentando demolir o enorme aparelhamento comunista que o Brasil sofreu nos últimos 15 anos.

Tarefa dura, que alguns acreditavam impossível.

E que só é efetiva com atitudes igualmente duras.

E firmes, como o discurso de Bolsonaro.

Para os sonhadores esquerdinhas que acreditavam que desse homem saísse um discurso morno, ameno, resta a choradeira sem fim das eternas ‘vítimas’, condição que parecem adorar.

Fica o registro da presença ao lado do presidente da índia Ysani, apoiada pelas principais lideranças indígenas, e naturalmente criticadas pelos poucos seguidores de Raoni, aquele mesmo que recebeu muita grana de lula e dilma.

Ysani Kalapago, Jair Bolsonaro e seus ministros representam o Brasil no mundo.

O resto é o resto.

É o atraso, que fica agora cada vez mais no passado.

Marco Angeli Full

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

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