Em 30 minutos, os 10 pontos principais do discurso de Bolsonaro: o tempo de tirar proveito do Brasil, acabou

Bolsonaro não poderia ter feito um discurso melhor. Incisivo, contundente e firme, ele acabou com as dúvidas dos que votaram nele, mas ainda não estavam completamente certos se deveriam apoiá-lo.

Ainda se recuperando de uma cirurgia (em decorrência da tentativa de assassinato que sofreu de um militante de esquerda) expôs mais uma vez toda a subserviência da nossa imprensa aos ideais progressistas. Confirmando que a missão da grande mídia brasileira não é mais informar, e sim propagar o antibolsonarismo e impedir a todo custo que os sucessos do presidente sejam percebidos pela população.

Convenhamos, Bolsonaro passou longe da imagem de orador agressivo e errático que a mídia tentou nos vender. O discurso de precisão cirúrgica (mérito também de sua equipe) colocou o Brasil de novo no jogo mundial como um participante que colocará os interesses nacionais acima de ideologias inspiradas em ideias socialistas. Em resumo, Bolsonaro devolveu aos brasileiros a identidade e o orgulho que a era PT havia destruído.

Em 30 minutos, Bolsonaro abarcou uma miríade de assuntos que resumiram a razão pela qual os brasileiros o escolheram:

1. Expôs a gravidade da situação em que nos encontrávamos após 4 mandatos petistas consecutivos, com economia quebrando e criminalidade explodindo.
2. Denunciou as artimanhas do PT e da Ditadura Cubana para que dinheiro dos brasileiros financiasse o regime castrista através de trabalho escravo.
3. Explicou o que acontece quando o Socialismo funciona, citando a outrora próspera Venezuela que hoje se encontra cheia de miseráveis.
4. Criticou o Foro de São Paulo, organização de partidos de esquerda com participação das Farc, cuja existência até muito recentemente era completamente negada pela mídia brasileira.
5. Se comprometeu com a liberdade econômica e em manter boas relações com países democráticos. Principalmente buscando acordos de livre comércio
6. Deu uma aula sobre a realidade amazônica e indígena, mostrou que há outras lideranças entre os índios que não os escolhidos pela esquerda. Defendeu a integração do indígena e denunciou as ONGs que se aproveitam destes para avançar suas agendas bancadas por entidades internacionais.
7. Criticou duramente e corretamente a interferência do presidente Macron num assunto interno do Brasil, que inclusive divulgou fotos falsas para toda a comunidade internacional e falou abertamente em intervenção no território brasileiro. Bolsonaro lembrou Macron (e a Europa toda) de que a mentalidade colonialista não tem mais espaço no século XXI e que eles já têm seus próprios problemas ambientais para resolver.
8. Se manteve aberto a parcerias na questão ambiental, desde que, claro, se respeita a soberania nacional.
9. Calou a boca dos derrotistas que torcem contra o Brasil ao elogiar Sérgio Moro, mostrando que estão em total sintonia e confiam totalmente no trabalho um do outro. De quebra ainda lembrou à comunidade internacional o tamanho da corrupção e prejuízo que os políticos que o antecederam trouxeram ao Brasil. Políticos agora presos, mas que até pouco tempo eram aplaudidos na ONU.
10. Defendeu a liberdade religiosa. Agradeceu o apoio dos fortíssimos aliados e pilares da democracia, EUA e Israel, e terminou dando um puxão de orelhas na própria ONU, lembrando-os que a organização foi criada para promover a paz entre nações, o progresso social e a liberdade. E não para apagar as identidades nacionais em nome de um projeto global abstrato. Em termos simples, disse que o patriotismo deve prevalecer sobre o globalismo.

Este é um resumo que mostra bem o novo rumo que o Brasil tem tomado, rumo que lutamos tanto para eleger. A esquerda e seus capachos de sempre, claro, irão reclamar. Dirão que foi muito agressivo, que faltou tom conciliador.

A verdade é que a opinião desse pessoal já não interessa. Sabemos que ela é movida por ódio, por rancor e por ideologia, nunca por fatos. Claro que muitos dos chefões ali presentes não gostaram do discurso de Bolsonaro. Mas nosso presidente estava ali para dar um recado, não para agradar quem queria um Brasil submisso.

E o recado foi dado: o tempo de tirar proveito do Brasil, acabou.

Frederico Rodrigues

Analista Político e Membro da Direita Goiás.

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