EXCLUSIVO: Ministro não descarta que derramamento de óleo venezuelano tenha sido criminoso (Veja o Vídeo)

Ricardo Salles, Ministro do Meio Ambiente, fala sobre a tragédia com exclusividade para o Jornal da Cidade Online

Triste coincidência? Ação premeditada? O que se sabe é que o vazamento de óleo no mar do Nordeste já atinge 150 praias e 68 municípios.

Além do desastre ambiental, há também o prejuízo econômico para a região, principalmente neste período do ano, pouco antes das férias de verão.

O ditador Maduro negou que a estatal PDVSA tenha qualquer relação com o ocorrido, mas a declaração foi rebatida pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles e pelas autoridades que investigam o caso.

Em entrevista por telefone com a TV JCO, Salles confirmou que a origem do óleo é realmente venezuelana.

“Agora com a informação que o petróleo que estava nos tambores seria o mesmo petróleo das manchas que apareceram, nós temos uma indicação mais precisa para investigar. O que se sabe pela análise das informações, é que o óleo não é brasileiro, e tem origem venezuelana. Mas isso não nos permite concluir como esse óleo, apesar de ser venezuelano, chegou na costa brasileira. Pode ter havido contrabando de óleo, em razão do embargo econômico na Venezuela. O transporte do óleo pode ter sido feito pelos tambores reaproveitados, e que apareceram na costa, e portanto, esses tambores nos dão indicações muito claras de onde investigar do ponto de vista de origem desse óleo”, explicou o ministro.

De acordo com Salles, o governo federal está fazendo tudo que é possível para minimizar os efeitos do desastre.

“É importante destacar que todas as operações de remoção de óleo, sobrevoo de aviões radar do Ibama, helicópteros... estão sendo feitos desde o começo [do evento], no dia 02 de setembro. Além disso, as imagens de satélite, não só brasileiros, mas também estrangeiros, não identificaram manchas de óleo no mar, o que torna o trabalho de controle muito mais difícil, ele acaba sendo feito quando o óleo chega na praia. O Ibama já retirou mais de 130 toneladas de óleo desde o início das operações”, ressaltou o ministro, que em breve dará uma entrevista exclusiva para a TV Jornal da Cidade Online, falando sobre seus projetos à frente do ministério.

De acordo com informações já divulgadas, os tanques contêm a inscrição “Argina S3 30”, um lubrificante da marca Shell, mas, como o que havia dentro dos tambores era óleo cru, e não lubrificante, talvez algum transporte ilegal estivesse sendo realizado.

Mas é interessante notar também que o óleo foi derramado em um ponto do Nordeste onde as correntes marítimas fazem o produto se espalhar rapidamente pela costa...

Seria só uma coincidência?

E essa história do óleo ter saído de um navio “fantasma” em Bangladesh sem GPS, conforme compartilhou em seu Twitter o ministro Salles, citando matéria deste blog: https://diogoschelp.blogosfera.uol.com.br/2019/10/12/oleo-de-barris-encontrados-em-praias-e-o-mesmo-....

São muitas questões que ficam no ar e precisam ser elucidadas.

Será que foi mesmo um acidente?

Ou um ataque terrorista?

O governo federal está investindo em portos e aeroportos, concedeu vistos para turistas de vários países...

Frear o crescimento do Brasil faz sentido para os inimigos do país e da democracia.

Uma investigação séria precisa ser realizada já!

O povo brasileiro precisa receber explicações!

Chega de infelizes coincidências.

Veja o vídeo:

da Redação

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