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General Santos Cruz engrossa a lista de depoentes na CPI das Fake News ao lado de outros “chutados” pelo governo

Santos Cruz, o general pelego da ONU, engrossa a lista de depoentes da CPI DAS FAKE NEWS.

Ao lado de Joice Hasselmann e outros chutados do governo, vai ao Congresso acusar-nos de "milícia digital".

Engana-se quem acredita que essa comissão visa o impeachment de Bolsonaro. É um objetivo inatingível, por esse meio.

O ordenamento jurídico brasileiro obriga o ônus da prova à acusação. Se é difícil para Bolsonaro provar que todos nós fizemos campanha de graça; é IMPOSSÍVEL, para os parlamentares, provar que qualquer um de nós recebeu.

A finalidade é ainda mais escusa: CONTROLAR AS REDES.

O que a esquerda não conseguiu com o Marco Civil da Internet, tentará de novo, via CPI. Para isso, está usando os “ofendidos”, como Cruz e Hasselmann, que tiveram suas incompetências expostas ao povo.

A preocupação é muito maior do que derrubar Bolsonaro. Eles querem, realmente, é que nenhum outro presidente possa ser eleito como Bolsonaro foi. Sem dinheiro, sem apoio da mídia e sem alinhamento ao establishment.

Até os que aproveitaram da "onda" conservadora, para conseguir seus mandatos, agora consideram-na perigosa.

É graças à "milícia digital" (leia-se POVO CONSCIENTE), que as máscaras dos traidores e infiltrados estão caindo.

É uma lista longa. Joice, Cruz, Kataguiri, Olímpio, Bebianno, Frota, Dória... A lista ainda tende a aumentar. Graças às redes, os fatos começam a vir à tona. Podem escrever que, em breve, teremos notícias sobre as sujeiras de Marcelo Álvaro, a ineficiência de Lorenzoni ou o apetite presidencial de Witzel.

O que querem os "donos do poder", então, é silenciar o povo, a qualquer custo. Para eles, só existirá conforto quando somente a mídia tradicional, corrupta e parcial, retomar o monopólio da (des)informação.

"Quanto mais consciente é o povo, tanto mais difícil de governá-lo." (PROVÉRBIO TAOISTA)

Felipe Fiamenghi

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