Reforma da previdência aprovada: agora o dinheiro do povo não é tratado com desdém

Não esperem que a grande mídia dê o crédito a Bolsonaro, estão mais preocupados com o horário que ele corta o cabelo.

Reforma da previdência finalmente aprovada. Um marco desses novos tempos, em que a saúde econômica do país (leia-se dinheiro do povo) não é tratada com desdém. Um balde de água fria em todos que torceram contra o Brasil nos últimos meses.

FHC disse que ia fazer, Lula disse que ia fazer, Dilma...(bem, eu não entendi o que a Dilma disse), Temer disse que ia fazer. Nenhum teve coragem de comprar a briga, de gastar capital político explicando para população que a reforma é necessária. De enfrentar os ataques rasteiros e mentirosos que são tão facilmente lançados sobre este tema.

Em 2007 o déficit era de R$ 87 bilhões, em 2018 beirou os R$ 200 bilhões. Os mesmos que atacam Bolsonaro por fazer a reforma, são os que estavam no poder triplicando o rombo na previdência. É óbvio que não querem ver outro consertando seus erros.

E agora já começam a aparecer alguns caroneiros de esquerda querendo surfar na onda de popularidade que a melhora na economia causada pela reforma irá trazer. Alguns deputados "famosos" até já clamam pra si o mérito pela aprovação. A bravura deles é comovente, deixam o presidente apanhar na hora de defender, e aparecem pra celebrar quando é aprovada.

Não esperem também que a grande mídia dê o crédito a Bolsonaro, estão mais preocupados com o horário que ele corta o cabelo ou se falou algum palavrão durante a entrevista.

Felizmente temos um presidente que está mais preocupado com o Brasil do que em fazer sala pro lado perdedor e para os saudosistas do atraso.

(Texto publicado em agosto e repostado agora por ocasião da aprovação em 2° turno no Senado).

Frederico Rodrigues

Analista Político e Membro da Direita Goiás.

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