Ativistas do Greenpeace são detidos por suspeita de crime ambiental após emporcalhar entrada do Planalto (veja o vídeo)

É difícil tratar a turma do Greenpeace como “ativistas ambientais”, e não como militantes políticos disfarçados de ambientalistas. Apesar de óleo derramado misteriosamente no litoral nordestino ter - até onde as investigações puderam alcançar até o momento – origem venezuelana e e ter sido derramado por navios estrangeiros, a turma resolveu protestar contra a administração de Jair Bolsonaro e contra o suposto aumento das queimadas na amazônia.

Cerca de 30 militantes emporcalharam a entrada do Palácio do Planalto nesta quarta-feira, 23. Os militantes derramaram uma mistura de óleo e acabaram sendo conduzidos à delegacia. A perícia foi acionada para identificar o material e certificar-se se trata-se de uma substância inflamável.

“A gente teve ordens de conduzir os manifestantes de forma pacífica até a delegacia. Como identificamos uma mistura que se parecia com óleo, e poderia haver intenção de atear fogo no local, conduzimos os manifestantes […] se for inflamável, o caso vai ser verificado e a delegacia poderá fazer a qualificação como crime ambiental ou de trânsito” afirmou o primeiro-tenente da PM, Jordel Bezerra Faleiros

No Twitter, O Greenpeace garantiu que a mistura é ogânica feita de maisena, água, óleo de amêndoas e corante líquido preto que não é tóxico nem permanente e pode ser limpo com água e sabão.

da Redação

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