As entrelinhas dos motivos que apressam o STF na soltura da bandidagem

Sabem por que o STF se apressa em colocar a questão da prisão em segunda instância em pauta? Não é para libertar o Lula não...

Lula já pode sair, só não sai porque não quer.

O Lula espera que as conversas obtidas criminosamente pelos hackers o ajude a colocar toda a operação Lava Jato em suspeição e consiga sair da cadeia com seus direitos políticos. Lula sonha ser o Mandela brasileiro, "do cárcere ao topo" e para isso conta com o STF em outro processo, não nesse da segunda instância.

A pressa do STF vêm da pressão de dezenas de outros corruptos que estão presos sem as regalias de Lula e que estão torrando suas fortunas imundas com seus advogados.

E eles têm motivo para a urgência:

Já no próximo ano um dos ministros do STF se aposenta (Celso de Mello) e Bolsonaro indicará um novo nome e o placar já vira!

E para "piorar", em 2021, se aposenta mais um!

É a vez de Marco Aurélio Melo deixar sua vaga.

Entenderam a pressa?

Os corruptos só podem contar com o STF aparelhado. Se o placar virar, já era!

A ministra Carmem Lúcia já deu declarações que pode também pedir aposentadoria em breve e se Bolsonaro for reeleito, ou, se o povo eleger mais um conservador, a direita irá nomear outros dois ministros para as vagas de Rosa Weber e Ricardo Lewandowski.

Aí acabou a proteção da esquerda no supremo.

Tudo o que foi arquitetado pela esquerda em quase duas décadas, a direita destrói em 4 ou 8 anos, porque assim quis o destino.

Se um voto já está fazendo a diferença hoje, imaginem 2, 3, 4 ou até 5 votos a favor de leis mais rigorosas contra bandidos.

O governo tem poder, mas eles não medem esforços para neutralizá-lo e quanto mais retiram poderes de Bolsonaro, mais os transferem para os ministros do supremo e para os parlamento.

Percebo até mesmo aliados políticos do mesmo partido de Jair, engrossando o caldo das esquerdas e se unindo as mesmas pautas como a CPI das Fake News que é evidentemente uma tentativa desesperada do sistema calar o baixo clero que resolveu se organizar politicamente.

O tempo dirá se a direita irá vencer pela resistência, ou se será derrubada com a ajuda dos próprios aliados. Mas duas coisas são certas:

- Se Bolsonaro não sofrer impeachment (como sugerem esquerdistas e até membros do próprio PSL), ele muda totalmente o STF.
- Se derrubarem Jair, a massa direitista se reagrupará com força em torno do nome que ele indicar e se os traidores pensam que terão chances políticas derrubando Bolsonaro, estão redondamente enganados.

O senso comum já colocou esquerdistas e traidores do mesmo lado.

Em nenhum episódio da história aqueles que ficaram em cima do muro foram protagonistas, muito menos aqueles que traíram os ideais.

Os primeiros foram esquecidos e os segundos foram excluídos da história.

Vale lembrar que quem escreve a história somos nós...

Raquel Brugnera

Pós Graduando em Comunicação Eleitoral, Estratégia e Marketing Político - Universidade Estácio de Sá - RJ.

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