Óleo no Nordeste e a narrativa da mídia (veja o vídeo)

O silêncio quase total da mídia e ambientalistas só foi rompido quando conseguiram criar uma narrativa que responsabiliza Bolsonaro.

As manchas de óleo que atingem o litoral do Nordeste já chegaram em mais de 200 praias, em mais de 80 municípios, em 9 estados. O primeiro registro é de 30 de agosto, na Paraíba, e as ações do Governo Federal iniciaram dia 2 de setembro, apenas três dias depois. No entanto, no mês de setembro poucas reportagens abordaram o problema.

A mídia manteve-se quase que em silêncio enquanto não conseguiu criar uma narrativa que culpasse o Governo Bolsonaro de alguma coisa. Em vez de mostrar o que já estava sendo feito, jornalistas têm preferido evidenciar aquilo que ainda não foi resolvido, passando a impressão que o Governo Federal é negligente e "não se importa com o meio ambiente".

Se, por um lado, a mídia não cobre as ações positivas do Governo, por outro estava preparada com antecedência para cobrir os protestos dos ambientalistas em Brasília. Os mesmos ambientalistas que se negaram a recolher o óleo nas praias, mas que foram derramar óleo em frente ao Palácio do Planalto. Um protesto que polui para lutar contra a poluição: é a cara da esquerda!

Confira no vídeo as ações positivas do Governo e a forma que a militância "elenão" se organiza entre jornalistas e ambientalistas para construir a narrativa da oposição.

Herbert Passos Neto

Jornalista. Analista e ativista político.

O jornalismo em que você confia depende de você. Colabore com a independência do Jornal da Cidade Online doando qualquer valor. Acesse: apoia.se/jornaldacidadeonline

Comentários