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Contrariando extrema-imprensa, Brasil se aproxima do mundo árabe e sinaliza acordos na área de defesa

Em visita do presidente Jair Bolsonaro à Abu Dhabi, dois memorandos na área de defesa foram assinados entre Brasil e os Emirados Árabes Unidos.

O fato vai de encontro às narrativas da extrema-imprensa que circularam desde a sinalização das intenções de aproximação com Israel - ainda durante a campanha eleitoral de 2018 – e demonstra o cumprimento de mais uma promessa de campanha de Bolsonaro: a realização de comércio e a costura de acordos sem viés ideológico, colocando os interesses do país acima das mesquinharias partidárias.

Essa não é a primeira vez que a narrativa de que o mercado Brasileiro seria prejudicado pela política externa adotada por Bolsonaro é derrubada pela realidade. Em abril, as exportações de carne para países árabes tiveram o maior faturamento da história, contrariando a ideia de que a aproximação do Brasil com Israel causaria um boicote por parte dos árabes às exportações brasileiras.

Apesar de o Itamaraty ainda não ter detalhado o conteúdo dos acordos a serem firmados, sabe-se que um deles trata da criação de um fundo de cooperação para a expansão da capacidade produtiva do setor de defesa, enquanto outro trata de uma parceria estratégica para o desenvolvimento, produção e comercialização de armamentos.

A medida é bem vinda, ainda mais em uma época em que “viúvas do colonialismo” proferem “gracejos” contra a soberania brasileira, propondo a internacionalização da Amazônia, por exemplo. Dessa forma, Bolsonaro acerta quando diz que:

"Ninguém quer um Brasil extremamente belicoso, mas devemos ter o mínimo de dissuasão"

É preciso estar preparado. O presidente ainda lembrou que foi exatamente por questões ideológicas que em muitas áreas o setor da defesa foi literalmente sucateado por governantes que colocavam a ideologia acima dos interesses e da segurança do país.

"O Brasil foi esquecido nessa área desde o governo Fernando Henrique Cardoso. Por quê? Voltando agora à ideologia, nós somos o grande obstáculo para o socialismo, nós das Forças Armadas. Por isso interessava quebrar nossa espinha dorsal."
da Redação

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