A falácia da "Obstrução da Justiça", a nova acusação da esquerda contra Bolsonaro

A Guerra Híbrida segue a pleno vapor, e a última batalha inicia-se agora no campo do vernáculo.

Desta feita, para fazer-se o enquadramento da narrativa falaciosa da Esquerda quanto ao “caso Marielle”, modifica-se o significado da seguinte expressão jurídica:

“Obstrução da Justiça”.

De um ato proposital cometido por alguém para impedir o andamento regular de uma investigação, ela (a expressão) passa a ser o direito de alguém reunir de plano provas de sua inocência para, quando confrontado por alguma acusação injusta, exibi-las imediatamente, como meio incontestável de auto-defesa.

O Presidente nem mesmo deveria se preocupar com esse assunto (Marielle) sobre si; mas como tentam colar nele, de forma criminosa, algum envolvimento com a trama, é mais do que legítimo que ele tente já de plano desmontar qualquer associação que porventura surja, reunindo todos os meios de prova que ele achar necessários.

Dizer que isso é “obstrução da justiça” é tratar todos nós como idiotas e burros; é ofensivo; é revoltante.

Se deixarmos a Esquerda dominar as narrativas, vamos ficar loucos, e acabar vivendo em um mundo de ilusão e mentira, onde ninguém mais saberá o que é certo e o que errado, o que é permitido e o que proibido, o que são fatos e o que são factoides.

Não é possível que se ache razoável isso que acontece no país. Não é possível que ninguém faça nada para estancar a escalada da mentira e a falácia como método político pela Esquerda, em um verdadeiro “modus operandi” de oposição ao Governo.

Ou se faz alguma coisa rápido ou isso não vai acabar bem.

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