Trump e o golpe judiciário brasileiro

Trump, Presidente do mais importante país do mundo, aplaude o povo e o Exército da Bolívia pela defesa da democracia e da decência nacional. /1/.

Trump não se manifestou, cumprindo um silêncio obsequioso, quando as forças do bem no Brasil não reagiram – como continuam sem reagir /veja o vídeo ao final da matéria/ - em defesa da democracia e da moralidade pública, ou seja, contra o golpe judiciário, desferido pelo STF contra a Nação brasileira. Se Trump tivesse falado sobre este golpe, avalia-se agora o que provavelmente diria ...

Não há democracia, nem moralidade pública, quando os piores bandidos, os megaladrões do dinheiro público, como Lula, Dirceu et caterva são protegidos de serem presos. É disto que trata, em última instância (epa!), o golpe judiciário protagonizado pelo ‘Infernales Praetorum’, o nosso execrado STF, através de uma maioria (pífia, é verdade) representada pela sua Facção-Pró-Crime: golpe que faz impedir a prisão de megacorruptos, como determina sua soltura, quando já estão presos.

Quando afirmo que é de proteção contra a prisão de megacorruptos que trata o golpe judiciário deferido em 07/11, quero dizer que esta é a essência da decisão imposta ao País pela Facção-Pró-Crime do STF: empurrar para as calendas gregas a execução da sentença condenatória.

Como as calendas gregas nunca chegam, o objetivo sórdido daquela decisão “suprema” é - sem eufemismos nem rapapés juridiquêses - a prescrição dos megacrimes dos megaladrões da República.

Esses “supremos” costumam encher a boca dizendo-se “defensores da democracia”. Toffoli é useiro e vezeiro deste papo furado visando enganar ingênuos.

Defensores da democracia, uma pinoia!

O golpe judiciário em favor dos megacorruptos mostra bem que tipo de “democracia” a Facção-Pró-Crime defende. Ela defende o Estado Cleptocrático de Direito, que acaba de criar.

Dá para entender o porquê de Trump ter se mantido em silêncio em relação ao golpe judiciário brasileiro. Se as forças do bem tivessem agido, ou vierem a agir, ele certamente nos cumprimentará, como fez com o povo boliviano.

Por enquanto, só nos resta dizer: Dá uma inveja danada o povo e as Forças Armadas da Bolívia!

REFERÊNCIAS

/1/ https://renovamidia.com.br/trump-aplaude-exercito-da-bolivia-por-proteger-a-constituicao/

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC. Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.

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