Um caso semelhante ao do goleiro Bruno: o homicídio no caminho tortuoso de Luciano Bivar

O ‘telhado de vidro’ do deputado federal Luciano Bivar pode definitivamente se espatifar.

Um dossiê sobre um crime em que ele seria um dos principais suspeitos estaria circulando em Brasília.

Claudete Maria da Silva, uma massagista, morreu em 1982, após sair para se encontrar com o ‘namorado’, um advogado rico, casado e membro de uma família influente no estado de Pernambuco.

O inquérito concluiu que Claudete teria sido vítima de afogamento, porém, os legistas detectaram que o corpo tinha sinais de violência, hematomas nos braços e no rosto. Isto não foi investigado.

Uma irmã da vítima, que não quis ter o nome divulgado, confirmou o relacionamento de Claudete e Bivar, mas conta que o casal se afastou após a mulher engravidar. O relacionamento do casal teria durado cerca de cinco anos, até ser interrompido em função da gravidez.

“Tudo o que queríamos era enterrar o corpo. Esse caso envolve muita gente poderosa. Minha mãe passa mal sempre que se fala sobre o assassinato da minha irmã, e ainda temos muito medo”, afirmou.

O coronel aposentado da Polícia Militar Luiz de França e Silva Meira, procurou promotores e policiais da época e concluiu que a elucidação do crime foi impedida por “interferências políticas”.

“Bivar usou a influência política que já tinha na época para que o inquérito não seguisse seu curso normal. A polícia investigou mal, testemunhas importantes deixaram de ser ouvidas e o nome do deputado misteriosamente desapareceu do processo.”

Fonte: Revista Veja

da Redação

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