Maia recusa CPI sobre gastos com publicidade estatal

Durante a CMPI das Fake News, deputados oposicionistas fizer fila para questionar o editor do site Terça Livre, Allan dos Santos, sobre as fontes de renda do veículo. Em uma tentativa débil de criar um vínculo financeiro entre Allan e a campanha eleitoral de Jair Bolsonaro em 2018. Muitos não conseguem admitir - ou entender - que existam veículos que são capazes de se sustentar sem dinheiro público e sem dinheiro fruto de crimes.

A tal CPMI foi aprovada sem objeto definido e sem fundamentação razoável. Entretanto, desta vez, parece que Rodrigo Maia (DEM) apertou as exigências afrouxadas para a abertura da CPMI das Fake News.

O presidente da Câmara recusou o pedido da deputada Caroline de Toni (PSL) para a abertura de uma CPI que investigasse os gastos do Governo Federal com publicidade. Segundo ele, a deputada não delimitou o objeto nem fundamentou a necessidade da investigação. O requerimento tinha o apoio de 195 deputados, inclusive petistas.

É interessante que apenas requerimentos para investigar pequenos veículos independentes com financiamento privado andem no Congresso, enquanto pedidos para investigar repasses de recursos públicos à grandes conglomerados de mídia que chegam à casa dos bilhões são enterrados logo no nascimento.

da Redação

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