Weintraub quer acabar com a escravidão intelectual existente no país (veja o vídeo)

Senhoras e senhores, leitores do Jornal da Cidade Online e expectadores da TV JCO, é com muita satisfação, “para desespero” dos panfletos marginais e caluniadores de extrema esquerda, que publicamos a entrevista completa com o corajoso e competente ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Ele não se absteve de responder de maneira franca e objetiva a nenhuma pergunta, isso, com todo respeito, a Globo e boa parte da mídia mainstream não mostra e nem quer mostrar. A seguir, alguns trechos da entrevista exclusiva do ministro ao nosso programa 7 Minutos com a Verdade:

“Tem muita coisa boa nas universidades, mas uma parte foi sim para criar uma estrutura aparelhada ideologicamente de militantes”.
“A gente gasta mais com estudantes no Brasil do que em todos nossos vizinhos da América do Sul e o resultado é muito abaixo dos nossos vizinhos. Gastamos mais e o resultado é pior. Aqui embaixo tem a lápide da educação, que é aquele mural do Paulo Freire, e o resultado é esse, tragédia”.
“O drama é que metade das nossas crianças na terceira série não consegue ler ‘Eu jogo bola’. Não consegue escrever ‘Eu vou para a escola’. Metade, no terceiro ano! São justamente os filhos dos pobres que não foram para as creches, para a pré-escola, chega no primeiro ano sem saber segurar em um lápis e se depara com a maravilhosa, e aqui estou sendo irônico... linha de ensino paulofreiriana, que é um fracasso retumbante na América do Sul. Essa criança é uma analfabeta. Ela aprende a ler e escrever ao longo da vida, mal, ela vira um analfabeto funcional. Não consegue aprender um ofício, se você não tem um ofício, não tem renda, se você não tem renda, você está na mão de um demagogo que fica te extorquindo, ou vota em A, B ou C, ou te corto a Bolsa Família, Bolsa isso ou aquilo. Infelizmente, a estrutura toda foi montada para uma pequena parcela da população conseguir sair dessa dinâmica escravista. E os que saem, uma parte ainda é doutrinada, porque entra na linha de montagem da doutrinação, numa época em que você ainda é muito manipulável. Isso tudo não foi acidental, é muito bem pensado”.
“Todo ano, nossos impostos, que a gente paga, suados, R$ 3 bilhões e 700 milhões vão para a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), só para uma das setenta [universidades]. Não tem no Brasil dez cidades que tenham um orçamento total de R$ 3 bilhões e 700 milhões. Aí você pega essa estrutura gigantesca, para atender um grupo pequeno de pessoas, 50 mil pessoas. Com R$ 3 bilhões e 700 milhões, eu consigo botar 2 milhões de crianças em creche e pré-escola. Com R$ 300 milhões, a gente vai conectar todas as escolas públicas à Internet no Brasil, coisa que não existia. Ou dá mais dinheiro ou pode pegar fogo no Museu Nacional, e pegou fogo no Museu Nacional! Ou dá mais dinheiro ou a Coppe pode acabar. O [programa] Future-se permite separar o joio do trigo, quer mais dinheiro, vai buscar na iniciativa privada. Não quer, fica com teu dinheiro, tua trilha, teu destino. E a gente vai poder destinar o dinheiro a mais que vai entrar e destinar para criança pequena, para alfabetizar, para acabar com esse ciclo de escravidão intelectual e financeira que tem hoje no Brasil”.

Veja a entrevista completa:

da Redação

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