Deus, armas e anticomunismo no novo partido de Bolsonaro: entenda o porquê isso é bom

O novo partido de Jair Bolsonaro, Aliança pelo Brasil, foi fundado nesta última quinta-feira (21/11), em Brasília. Entre as principais pautas estão "Deus, Armas e Oposição ao Comunismo".

Para muita gente pode parecer exagero essa "mistura de política com religião", mas isso acontece porque a educação das últimas décadas cortou as raízes da população com sua própria história, privando as pessoas de compreender o papel fundamental do cristianismo na formação e sustentação das sociedades ocidentais.

O mito fundador da pós-modernidade é o da "técnica" como se tudo pudesse ser resolvido pela ciência e tudo que não possui comprovação científica não merecesse credibilidade. Essa cosmovisão é o que enfraquece as raízes da nossa cultura e facilita sua substituição por uma escala de valores comunista, que promete um paraíso na terra e dá origem a uma verdadeira religião civil materialista. O resultado é que hoje em dia falar de Deus nos espaços públicos está se tornando crime.

O Estado brasileiro é laico não para impedir manifestações religiosas, mas sim para garantir a liberdade religiosa. Então, se a maioria do povo é cristão, é natural que isso seja representado na política. Estranho – mas tratado com normalidade pela mídia e seus especialistas – é num país cristão a maioria dos partidos políticos terem posições anti-cristãs.

O cristianismo é bom até para quem não é cristão. Não existe liberdade sem armas, nem no comunismo.

Confira a reflexão no vídeo:

Herbert Passos Neto

Jornalista. Analista e ativista político.

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