Denúncia contra Bolsonaro em Haia é puro revanchismo de quem transformou “consciência ambiental” em negócio milionário

Jair Bolsonaro foi denunciado no Tribunal Internacional de Haia, por crimes contra a humanidade.

De acordo com os oferecedores da denúncia, o Coletivo de Advocacia em Direitos Humanos e a Comissão Arns, o presidente é responsável por “incitar o genocídio e promover ataques sistemáticos contra os povos indígenas”.

O que vale essa denúncia? NADA! É tão importante quanto um patinete para um saci.

Só prova, sistematicamente, que os "adversários" do governo são uma cambada de histéricos, absolutamente descolados da realidade, que acreditam nas próprias narrativas distorcidas.

Qual foi o ato de guerra, que o presidente declarou contra os “povos nativos? A recusa de demarcação de mais ”reservas"? O fim da palhaçada das "nações indígenas"? O combate a rituais primitivos de matança de nascituros? A maior fiscalização sobre os pedágios ilegais, cobrados pelos índios nas rodovias federais?

Qual foi o genocídio, acontecido durante esse governo? Bolsonaro só “matou” a farra das ONGs, que enchiam, com dinheiro público, os bolsos dos advogados, ambientalistas e militantes.

Os “coletivos” e "comissões" não odeiam o presidente porque ele desrespeita um determinado povo. Isso é pura lorota, de quem não tem o que dizer. O odeiam porque ele RESPEITA O DINHEIRO DO CONTRIBUINTE e acabou com a mamata dos que faziam da “consciência ambiental” um negócio milionário.

Todo o resto é só conversa pra boi dormir.

"Desconfio de todo idealista que lucra com o seu ideal." (FERNANDES, Millor).

Felipe Fiamenghi

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