Lula, a caricatura de um sacripanta

Que tanta vileza simboliza essa figura caricata e arrogante!

Uma vergonha nacional.

Boca suja por natureza, só expele vocabulário chulo. E ainda existem parvajolas que ficam inebriados com as suas sacadas idiotas e incivilizadas.

Há algum tempo, chamou as parlamentares Maria do Rosário e a ex-senadora Fátima Bezerra de mulheres de grelo duro.

E estas se comportaram como duas ovelhinhas ingênuas desmamadas e fingiram não se incomodar ou deram explicações esfarrapadas para não melindrar o falso demiurgo, como procedeu a deputada Maria do Rosário a um jornalista de emissora de rádio gaúcha, que, interpelada, tergiversou que Lula tenha a ofendido.

Moral da história: ambas as parlamentares assumiram ou engoliram no seco as descortesias e incivilidades recebidas.

Agora, mais recentemente, ao escapar da prisão, facilitada pelos indecorosos membros do STF, Lula disse que saia da prisão com a tesão de um jovem de 20 anos de idade, certamente, tomando bastante viagra para não decepcionar a sua nova ou velha namorada, talvez da época em que convivia com a falecida esposa.

Como se observa, trata-se de um indivíduo sem caráter, o qual pelas evidências atraiçoava a sua esposa Marisa e não teve nenhum escrúpulo e respeito de jogar culpas das irregularidades praticadas nas costas da falecida.

Lula é um autêntico sacripanta. E o que nos espanta é ver a galera de parlamentares abobados - Maria do Rosário, Paulo Pimenta, Paulo Teixeira, Humberto Costa, José Guimarães, Gleisi Hoffmann e outros – sem perder a pose, continuar a venerar tão caricata figura.

De autor desconhecido:

"O liberto não ficou com a família, filhos e netos... Não foi visitar os túmulos da esposa, do irmão e do neto morto recentemente. Foi fazer palanque, entrar em jatinho, comer do bom e do melhor e fazer palanque político de novo. Esta carniça não valoriza ninguém, nem mesmo a família!”

E para corroborar o atestado de má conduta do ex-presidente Lula, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), por unanimidade, elevou a pena de Lula, no caso do sítio Atibaia, de 12 anos e 11 meses para 17 anos, um mês e 10 dias de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.

Júlio César Cardoso

Bacharel em Direito e servidor (federal) aposentado. 

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