Lula e o golpe da carne

E o “pilantra” continua aprontando das “suas”.

Não se passou um mês da sua soltura da prisão, determinada pela maioria dos “Supremos Ministros”, que ele colocou ou conquistou lá dentro do STF, e o “cara” já recomeça a manipular a verdade, distorcer fatos e mentir descaradamente.

Fiquei pasmo quando li no twitter do “encantador de burros”:

“Não é possível que o Brasil seja o país com o maior rebanho de gado do mundo e o povo pobre não pode comprar carne. No meu tempo de governo, o povo tinha orgulho de poder comprar picanha pro churrasco e hoje não consegue nem meio quilo de carne moída”.

Ora, para conhecimento desse contumaz mentiroso e manipulador da verdade, para início de conversa, a carne de picanha bovina jamais foi de fácil acesso ao pobre. Sempre foi churrasco pra rico, inclusive no “seu” tempo de governo.

Agora surge algo interessante para se “trabalhar”. O Presidente Bolsonaro, ou a cúpula do seu governo, teria alguma ligação ou interesse próprio na alta da carne? Parece que não.

O mesmo não se pode dizer em relação à cúpula do PT, que tem grande “intimidade” com os negócios da carne.

Nos escândalos de corrupção envolvendo os “Irmãos Batista”, do grande conglomerado empresarial integrado pelo Frigorífico FRIBOI, o maior do Brasil, veio à tona a estreita ligação desse grupo empresarial com o ex-presidente Lula da Silva.

Resumidamente, esse “golpe” do Lula, relativamente ao preço da carne, se não fosse “burro”, talvez pudesse ser considerado “genial”.

O “cara” vai para o seu “twitter”, menos de um mês após ser solto, e lança a culpa da estupenda alta da carne no “pé” de Bolsonaro, que nada tem a ver com esses negócios, nem poderes políticos, como governante, suficientes para interferir sobre os preços da carne.

Essa “pecha” lançada sobre Bolsonaro, apesar de totalmente improcedente, vazia de qualquer fundamento, certamente tem força para produzir enorme impacto junto ao rebanho de “burros encantados” por Lula, e nos delinquentes “militontos”. É evidente que junto a “esses”, o desgaste político de Bolsonaro funcionará.

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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