Polícia conclui que Karol Eller mentiu e o caso evidencia modus operandi em que "tudo vira homofobia"

"Ahh, a Karol Eller mentiu! Disse que era ataque homofóbico, mas foi ela quem provocou a briga."

ESSE É O PONTO, PEQUENO GAFANHOTO!

Nem todo ataque contra gays é homofobia. A menor parte é, aliás.

É isso, JUSTAMENTE ISSO, que nós dizemos. AS ESTATÍSTICAS SÃO MANIPULADAS! O caso da Karol é emblemático, por mostrar EXATAMENTE o "modus operandi" dos movimentos LGBT: TUDO VIRA HOMOFOBIA!

Essa, aliás, é a conduta da esquerda sobre tudo, desde sempre. Um dos primeiros textos que eu produzi, no já longuínquo 2016, foi sobre como transformaram criminosos, que morreram de armas em punho, em "vítimas da ditadura". Precisavam "engrossar os números". Então, vale pegar assaltante de banco e transformar em "estudante torturado".

Com os gays, é a mesma lógica. Briga de bar, crime passional, latrocínio, dívida de droga... Não importa. Se a vítima for gay, imediatamente é "registrado" como homofobia. Precisam destes dados "inflados", para promover o discurso "nós x eles".

Dados oficiais são sumariamente ignorados.

No Brasil, só no ano passado, registramos mais de 60.000 homicídios. A maioria absoluta de homens héteros. A criminalidade violenta, infelizmente, é epidêmica em nosso país.

Mas o objetivo da esquerda não é combater a violência. Milhares de famílias foram destroçadas, durante os governos progressistas. Grande parte, graças às políticas de "despenalização" e ao famigerado estatuto do desarmamento.

Para eles, porém, só importa a vida do gay, que morreu pelas mãos do amante; ou do índio, que morreu em conflito de terra. Pai de família, afinal, não é útil para a narrativa.

TODAS AS VIDAS IMPORTAM. Independente da cor da pele, sexo ou orientação sexual.

Indignação seletiva só gera mais intolerância e preconceito.

"O relativismo moral é o primeiro refúgio dos canalhas." (SCRUTON, Roger)

Felipe Fiamenghi

O Brasil não é para amadores.

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