Leonel Brizola é merecidamente 'herói da pátria'

A presidente Dilma Roussef sancionou uma lei aprovada pelo Congresso que altera o tempo necessário para que uma personalidade receba a homenagem e tenha o seu nome incluído no "Livro dos Heróis da Pátria". O tempo que era de 50 anos, passou para dez anos, após a morte.
Desta forma, com a modificação da lei, o nome de Leonel Brizola foi incluído no livro, uma homenagem a brasileiros que se destacaram na defesa e construção da história nacional.
Já receberam a honraria nomes como Tiradentes, Zumbi dos Palmares e Getúlio Vargas. O livro, com páginas de aço, fica exposto no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.
Considerado o herdeiro político de Getúlio Vargas e de João Goulart, dois ex-presidentes do Brasil, Leonel de Moura Brizola foi um dos mais destacados líderes nacionalistas do país. Ex-governador do Rio Grande do Sul, onde iniciou a sua carreira política, e do Rio de Janeiro, onde fixou residência em meados da década de 60, Brizola nasceu no dia 22 de janeiro de 1922, no povoado de Cruzinha, que pertencia a Passo Fundo (RS). Em 1931, passou à jurisdição de Carazinho (RS). Em 1989, ficou em terceiro lugar na disputa para a Presidência da República, naquela que foi a primeira eleição direta depois da ditadura militar de 1964. Durante a ditadura, viveu 15 anos exilado no exterior. Foi um dos principais opositores do regime militar, que em 1964 derrubou o presidente João Goulart, do qual era cunhado.Depois de retornar ao Brasil em 1979, com a Lei da Anistia, fundou o PDT (Partido Democrático Trabalhista), sigla à qual pertenceu a presidente Dilma Rousseff antes de se filiar ao PT. 
Brizola morreu aos 82 anos no dia 21 de junho de 2004, de infarto decorrente de complicações infecciosas, no Rio de Janeiro.
da Redação

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