Como a esquerda LGBT consegue aplaudir o terrorismo do Irã?

Tem sido praticamente uma unanimidade o apoio da esquerda brasileira ao terrorismo da República Islâmica do Irã, em relação aos inúmeros ataques bélicos que faz às bases militares dos Estados Unidos no Iraque.

Enquanto isso acontece, jamais me deparei com algum trabalho dos grandes institutos de pesquisa do Brasil (Ibope, Datafolha, etc.), sempre tão “solícitos” em tudo que possa lhes trazer algum retorno, sobre qual a “ideologia política” que mais oferece atrativos à comunidade LGTB, às lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, transgêneros.

Mas a “olho nu”, dá logo para perceber que esse tipo de “personalidade” geralmente tem nítida preferência pela esquerda. Nem imagino quais seriam as razões, que melhor poderiam ser esclarecidas pelos psicólogos sociais ou sexólogos. E que deveriam desvendar a seguinte questão: qual a relação das preferências e práticas sexuais com as ideologias políticas? Por que a esquerda sempre atrai mais a comunidade LGTB?

Fica então muito difícil explicar as razões pelas quais a esquerda brasileira, com expressiva participação da comunidade LGTB, toma partido a favor do terrorismo islâmico, patrocinado pelas autoridades e militares terroristas do Irã, nas recentes investidas contra as forças americanas no Iraque, desde o momento em que, sabidamente, as autoridades do Irã “justificam” a execução, por enforcamento, dos homossexuais que, nas palavras de Mohammed Javad Zarif, Ministro das Relações Exteriores do Irã, “para resguardar a moral é legítimo executar homossexuais”.

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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