Para Lula e Celso Amorim, terrorista era “militar da mais alta hierarquia” (veja o vídeo)

Mahmoud Ahmadinejad, o ex-primeiro-ministro iraniano, tornou-se parceiro e companheiro de primeira hora do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Não passava de um assassino patológico. Nada mais.

Qasem Soleimani, por sua vez, foi bem definido pelo jornalista Augusto Nunes: “(…) segue ostentando a patente de general nas redações infestadas de torturadores da verdade. O ‘general’ exerce o ofício de fabricante de matanças desde 1998, quando assumiu o controle da Guarda Revolucionária e o comando da Força Quds, sopa de letras concebida para fomentar o terrorismo na região mais violenta do planeta”.

O presidente Donald Trump elucidou a questão em poucas palavras:

“Ele treinou exércitos terroristas, incluindo o Hezbollah, lançando ataques terroristas contra alvos civis. Ele alimentou guerras civis sangrentas por toda a região. Feriu e matou cruelmente milhares de tropas americanas, inclusive com bombas que mutilam e desmembram suas vítimas. Ele estava planejando novos ataques, mas nós o paramos. Os Estados Unidos eliminaram o principal terrorista do mundo.”

É a plena realidade.

Porém, para Lula e o seu famigerado ex-chanceler Celso Amorim, “Soleimani era um militar da mais alta hierarquia do Irã”, conforme proclamaram em artigo publicado no site do PT.

A dupla ainda complementou dizendo que “Donald Trump cometeu ato de guerra não declarada”.

São infames ao extremo…

Veja o vídeo:

da Redação

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