O veneno dos idiotas: Porchat, isentão, bebe do próprio veneno e é esculhambado pela esquerda

Alguns sujeitos, pra faturar, fazem qualquer coisa.

Qualquer coisa mesmo.

Viram ateus, viram religiosos, apoiam presidente, renegam presidente, vão grudando no saco de um e de outro, faceiros.

Caso típico, o caçador de cliques Fábio Porchat, aquele do Porta dos Fundos, que adora esculhambar com a crença alheia, acaba de provar de seu próprio veneno.

Mas, embora declaradamente ateu, o cara é crente.

Crente que o povo é idiota e acredita em qualquer embusteiro falastrão e engraçadinho.

E crente que pode mudar de ideologia como quem troca a cueca pra faturar e tudo fica por isso mesmo.

Hoje, meio desarticulado, o indivíduo vacilou na gravação de um vídeo postado nas redes.

Ao comentar sobre Bolsonaro - sempre tentando boquejar, claro - o “comédia” deu uma vacilada fatal ao declarar:

‘a única coisa positiva que Bolsonaro fez foi impedir o PT de continuar.’

Foi o que bastou para que os vermelhos, que antes o colocavam no pedestal reservado às celebridades mortadelantes, o crucificassem (bacana, né?).

De repente, Porchat foi colocado na cruz dos esquerdóides, sem perdão.

Justiça simbólica, para quem brincou com Cristo.

De ídolo da esquerda de plantão, o “comédia” virou alvo.

Oportunistas medíocres e pragmáticos como esse sujeito existem aos montes, sempre grudadinhos no saco de quem lhes convém no momento.

Mas tem vida curta.

Ninguém os suporta - nem mesmo os esquerdóides.

Faturar tentando agradar a todos não funciona.

Exposto pela própria mediocridade e oportunismo, Porchat vai descobrir isso rapidamente.

Sua audiência - como a das pepas da vida - vai se limitar aos isentões ateus.

Mas isentões ateus são perigosos.

Nunca se sabe de que lado estão.

E mudam de lado de acordo com a maré da grana.

Sem pensar.

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Marco Angeli Full

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Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

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