Bomba: Lula era o chefe de uma quadrilha criminosa e negociatas eram tramadas no sítio de Atibaia (veja o vídeo)

Entrevista com Marco Vitale, autor livro do Sócio do Filho – Parte 1.

Em depoimento revelador, Marco Vitale conta toda a podridão dos negócios escusos envolvendo Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, e seus comparsas, os irmãos Kalil e Fernando Bittar – este último dono oficial do sítio de Atibaia – e o empresário Jonas Suassuna. No livro Sócio do Filho, Vitale apresenta provas contundentes de diversos casos de corrupção e não tem medo de afirmar: Lula era o chefe da quadrilha que desviou milhões de reais dos cofres públicos! Confira alguns destaques da primeira parte da entrevista exclusiva concedida à TV Jornal da Cidade Online:

“Eu conheci esse grupo [Grupo Gol, que não tem relação com a companhia aérea], que eu não costumo chamar de grupo, e sim de quadrilha, que se organizou para cometer uma série de crimes e negociatas milionárias, sempre se beneficiando... e eu costumo dizer que quem estava no vértice dessa quadrilha era o ex-presidente Lula. Tanto Kalil quanto Fernando são filhos do Jacó Bittar, que foi prefeito de Campinas [E um dos fundadores do PT]. Esses quatro se reuniram para cometer crimes, parte deles já expostos na Operação Mapa da Mina [desdobramento da Operação Lava Jato], e vem mais coisa por aí.”

O laranjal de Lula: como tudo começou

“Jonas Suassuna vem do mercado publicitário e vendia brindes para jornais, CDs de hinos de times de futebol. Eu conheci o Jonas há 20 anos, quando eu trabalhava no Grupo Folha, e a Folha, assim como outros jornais, desenvolviam promoções com brindes do Jonas Suassuna. Nessa época, os negócios eram legais. Mas, a partir de 2006, 2007, 2008, eles [Jonas, Lulinha e os irmãos Bittar] se aproximam, e vem a vontade de Jonas de recuperar o patrimônio – ele ganhou muito dinheiro com brindes promocionais para jornais, mas perdeu tudo. Eles viram uma oportunidade de ganhar dinheiro com negócios ilícitos.”

Quadrilha se reunia no sítio de Atibaia

“Jonas Suassuna sempre foi o laranja do Lulinha, do Kalil Bittar e do Fernando Bittar, e também um dos donos de fachada, junto com Fernando Bittar, do sítio de Atibaia, que sempre foi considerado do ex-presidente Lula, até internamente na Gol sempre se tratou o sítio de Atibaia como o sítio do ex-presidente Lula. O ex-presidente Lula sempre era consultado e abria as portas para que Lulinha, Jonas, e os irmãos Bittar fizessem as negociatas. O próprio Sergio Cabral já deu a entender que o ex-presidente Lula pediu que beneficiasse o filho em um negócio. Regularmente eles se reuniam, inclusive no próprio sítio de Atibaia, para ver a condução da corrupção e das negociatas que iam fazer.”

Compra de medida provisória

“O próprio projeto Conexão Educação foi um projeto de quase R$ 100 milhões, onde novamente vem a Oi. A Oi não só pagou propina em relação à mudança de uma medida provisória, ou seja, comprou a medida provisória que permitiu que ela adquirisse a Brasil Telecom, como também atuou na fachada de grandes negociatas. Eles [o grupo Gol] se orgulhavam de dizer que não faziam negócios com o governo, o que era mentira. Era o governo fazendo negócios através da Oi, que era a ponte.”

Sempre que algum petista vier pedindo provas contra Lula, você já tem resposta: não existem apenas provas, existem livros e inúmeros relatórios na Polícia Federal.

Mesmo ameaçado, Marco Vitale não perde a coragem de falar sobre tudo que viu e ouviu quando era um dos diretores do Grupo Gol. Ele reuniu várias histórias sobre os bastidores das negociatas no livro Sócio do Filho - que nenhuma grande editora quis publicar, por que será? A obra tem um site oficial, para quem quiser conferir mais detalhes: https://www.sociodofilho.com.br/

Na segunda e última parte da entrevista, vamos continuar conversando com Marco Vitale sobre os negócios criminosos do Grupo Gol – os repasses financeiros do grupo Oi/Telemar em favor da quadrilha que são superiores a R$ 132 milhões, de acordo com investigações da Operação Mapa da Mina. Não perca!

da Redação

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